De acordo com dados do Instituto de Mudanças Climáticas (IMC) o Estado do Acre registrou de 01 de janeiro a 31 de julho deste ano mais de 509 focos de calor. Apesar dos números apresentados serem menor que o do ano passado para o mesmo período, em que foram registrados 533 casos, este é o segundo maior resultado desde 2013.
Somente no mês julho 452 casos foram registrados, em junho teve apenas 45 focos, o que significa um aumento significativo do número de casos. O munícipio com maior índice foi Tarauacá. O rastreamento via satélite detectou 62 focos naquele município. A capital Rio Branco aparece em quarto lugar com 38 registros. Plácido de Castro tem o menor índice com apenas três registro.
Até mesmo áreas protegidas nas unidades de conservação ambiental como as Reservas Extrativistas (Resex) Chico Mendes, Resex Alto Juruá, Serra do Divisor, entre outras também sofrem com as queimadas. Somente na Resex Chico Mendes 10 focos foram registrados de primeiro de maio a 18 de julho. No total 17 focos de calor foram detectados nas unidades.
Dados do Corpo de Bombeiros
Segundo o Corpo de Bombeiro o número de ocorrências é bem maior, de acordo com o Major Claudio Falcão somente no mês de julho foram mais de 1.000 ocorrências geradas só na capital. Para dar conta da grande demanda a corporação aumentou o número de militares para ajudar no combate as queimadas.
“Somos nós que estamos no combate direto, somos o órgão resposta é o Estado através do corpo de bombeiros, nós estamos com guarnições extras, aumentamos o número de militares que estão fazendo o combate direto, aumentamos também o número e de viatura nas ruas, uma vez que a demanda aumentou bastante e já está quase superando os números de 2016 que foi um ano muito difícil para nós também” explica o Major.
Ainda segundo Falcão o corpo de bombeiro também tem atua no intuito de conscientizar a população para que evitem a pratica de realizar queimadas. “Também fazemos palestras, e treinamentos com a comunidade buscando conscientizá-la”.


?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>