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quarta-feira, 15 de julho de 2026
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Leo de Brito participa de paralisação geral e comenta Reformas de Michel Temer

Leo de Brito participa de paralisação geral e comenta Reformas de Michel Temer

Na manifestação contra a Reforma da Previdência, na manhã de ontem, 28, o deputado federal, Leo de Brito (PT/AC), participou dos protestos contra a Reforma da Previdência e Trabalhistas. O parlamentar classificou as reformas como ‘desastrosas’.

Em tom de indignação, o parlamentar falou de incompetência, impopularidade e ilegitimidade por parte do Governo Federal, no tocante aos possíveis acordos firmados, para essa reparação na previdência.

“São reformas desastrosas, de um governo incompetente, que não tem legitimidade, que só tem 4% de apoio popular e quer empurrar de goela abaixo nos trabalhadores brasileiros, uma reforma que retira direitos, que retira aposentadorias, que atinge trabalhadores rurais, mulheres, donas de casas, servidores públicos, professores. E nós dizemos não! O povo saiu às ruas, parou o país, parou o Acre, pra dizer não a essa reforma”, disse.

Leo de Brito salientou que Temer age para atender ao capital, contra os trabalhadores. “Presidente não tem moral, não tem competência, é um presidente que literalmente veio aí para fazer um serviço sujo contra os trabalhadores, deu um golpe pra ajudar o sistema financeiro, os empresários. O povo não vai aceitar ter seus direitos perdidos”, reiterou.

Quando a pergunta foi se o interesse era particular do governo, Leo, afirmou da seguinte maneira. “Eu diria que na verdade quem vai ganhar são os poderosos com essa reforma, principalmente os bancos que agora vão poder vender seus planos de previdência privada” comentou. “Quem vai ganhar com essas terceirizações? Os empresários que querem explorar trabalhadores, vão ter que demitir em massa para depois contratar empresas terceirizadas, é isso que tá em jogo, e é claro que o governo não tem compromisso nenhum em mexer com os banqueiros, com juros da dívida pública, mas ele quer sim que o trabalhador pague o pato”, relatou.

Interrogado sobre possíveis acordos entre classes, o deputado confirmou a existência. “Não tenho dúvida disso, não existe nesse momento nenhuma solidariedade aos trabalhadores brasileiros, o governo e sua base estão pouco se lixando para essas pessoas pobres e para os trabalhadores. Por isso, vou votar não e estou aqui junto com o povo mobilizando”, concluiu o legislador federal.