A prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEME), em parceria com a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) e o Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJ/AC), realizou nesta sexta-feira, 29, o I Seminário Sobre Gênero da Educação Municipal.
Participaram do evento professores da rede municipal de ensino (zona urbana e rural). O encontro foi planejado para que os educadores possam ter conhecimento de tudo o que o poder público tem realizado sobre as políticas para as mulheres no município, assim como os direitos adquiridos e formas de acesso a esses direitos.
O seminário também abordou questões voltadas ao fortalecimento da união e aliança entre mulheres (sororidade), ou seja, da empatia e companheirismo. As palestras foram ministradas por Lidianne Cabral que abordou o tema Políticas Públicas e Empoderamento Feminino e a coordenadora estadual da violência doméstica e familiar contra a mulher e a desembargadora Eva Evangelista, abordou a violência doméstica e familiar contra a mulher e os reflexos da violência nas escolas.
Lidianne Cabral lembrou que no caso da mulher educadora é importante que esta profissional saiba gerir de forma pedagógica as demandas da comunidade, porque, é quem está ali perto. “Temos o apoio da prefeita Socorro Neri. Estamos falando de uma mulher que tem um olhar aprimorado nessa área tão importante que é a educação”, disse.
Durante palestra aos professores, Eva Evangelista fez questão de enaltecer a prefeita Socorro Neri, pela forma dedicada e comprometida que trata a educação municipal. Ela também pontuou o número elevado de inquéritos na Delegacia da Mulher e defendeu uma política mais eficiente, junto aos órgãos que compõem o sistema criminal, de fácil acesso ao público feminino.
“Vamos nos esforçar ao máximo para a gente fazer justiça na educação. A prefeita tomou uma decisão para acabar, na educação municipal, com o tal do contrato provisório. Tem gente que há décadas vive fazendo seletivo todo ano em busca de um emprego, um trabalho, isso desidrata a qualidade do ensino e prejudica aos profissionais que não tem direito a décimo terceiro salário e nem salário durante o descanso (férias). Os provisórios serão apenas durante o processo transitório”, completou Moisés Diniz.
Estiveram presentes ao seminário, Moisés Diniz, secretário municipal de Educação, Perpétua Almeida, deputada federal, Terezinha, vereadora do município de Feijó, Gleicicléia Gonçalves de Souza, diretora de ensino da Secretaria Municipal de Educação, Eva Evangelista, desembargadora do TJ/AC e coordenadora estadual da violência doméstica familiar contra a mulher, Lidianne Cabral, gerente do Departamento de Política para Mulheres do Município, Elza Lopes, gerente do Departamento de Promoção da Igualdade Racial do Município e Juliana De Angelis Carvalho, delegada titular da Delegacia de Atendimento à Mulher. (Com informações Assessoria PMRB)


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