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quarta-feira, 3 de junho de 2026
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Hospital informa piora na saúde de Bolsonaro após broncoaspiração; ex-presidente segue na UTI

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou piora no quadro clínico e permanece internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital DF Star, em Brasília. A informação foi divulgada neste sábado (14) por meio de boletim médico oficial da equipe responsável pelo atendimento.

De acordo com o hospital, houve agravamento da função renal e aumento dos marcadores inflamatórios, o que exige acompanhamento contínuo em ambiente de terapia intensiva.

Infecção pulmonar começou após broncoaspiração

Segundo os médicos, o ex-presidente está em tratamento após um episódio de broncoaspiração, situação em que conteúdo do estômago ou da boca é aspirado para os pulmões.

Esse quadro teria provocado uma infecção pulmonar, que levou à necessidade de internação e monitoramento intensivo.

Tratamento inclui antibióticos e fisioterapia

O boletim médico informa que Bolsonaro segue em tratamento com antibióticos e hidratação por via endovenosa, além de realizar fisioterapia respiratória e motora para auxiliar na recuperação.

A equipe médica também adotou medidas preventivas contra trombose venosa, uma complicação comum em pacientes que permanecem hospitalizados por longos períodos.

Apesar da piora em alguns indicadores, o hospital informou que o ex-presidente permanece clinicamente estável.

Sem previsão de alta da UTI

Segundo a equipe médica, ainda não há previsão de alta da UTI, e Bolsonaro continua sob cuidados intensivos no hospital em Brasília.

Flávio Bolsonaro comentou estado do pai

Na sexta-feira (13), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comentou o estado de saúde do pai nas redes sociais e afirmou que ele está visivelmente debilitado durante a internação.

O parlamentar também pediu que apoiadores façam orações e jejum pela recuperação do ex-presidente.

Médico alerta para riscos da pneumonia

O médico responsável pelo acompanhamento classificou o estado de saúde como “acentuado” e “grave”, alertando que quadros de pneumonia em pacientes com mais de 70 anos podem evoluir rapidamente.

Entre as complicações possíveis está a sepse, uma infecção generalizada no organismo que exige tratamento médico intensivo.