As eleições para o Conselho Tutelar de Rio Branco, realizadas no último domingo, surpreenderam ao registrar uma participação recorde de eleitores, com um total de 26.033 votos, superando os 18.054 votos válidos da eleição anterior, ocorrida em 2019. O processo eleitoral foi acompanhado de perto por candidatos e membros da imprensa, que se reuniram no prédio da Prefeitura de Rio Branco, onde um telão foi instalado para exibir a apuração dos votos em tempo real.
Os vinte conselheiros tutelares eleitos para servir a comunidade de Rio Branco foram anunciados, e seus nomes, juntamente com a quantidade de votos obtidos, são os seguintes:
- Marcelo Lopes – 1.000 votos;
- André Almeida – 988 votos;
- Fábia Cristina – 928 votos;
- Paulinho do CRAS – 924 votos;
- Fábio Mello – 757 votos;
- Terezinha Santana – 732 votos;
- Dalva Miranda – 694 votos;
- Juliel Lima – 630 votos;
- Jo Moura – 576 votos;
- Celson Inácio – 552 votos;
- Bruna Marinho – 551 votos;
- Lídia Araújo – 547 votos;
- Ari Oliveira – 546 votos;
- Rafael do Vale – 522 votos;
- Débora Matos – 503 votos;
- Doraline Souto – 493 votos;
- Anderson Wesley – 487 votos;
- Prof. João Paulo – 482 votos;
- Reginildo, o filho da Baixada – 478 votos;
- Anilton Andrade – 464 votos.
Celson Inácio, conselheiro reeleito que ocupou a décima posição na votação, expressou sua gratidão pelos votos e reforçou seu compromisso: “Agora é continuar trabalhando, como sempre fizemos. Graças a Deus, tudo correu bem”, afirmou.
Antes mesmo do início da apuração dos votos, o promotor de justiça Abelardo Townes, representando o Ministério Público, destacou que o dia da eleição transcorreu sem denúncias de irregularidades, parabenizando os candidatos pela lisura do processo eleitoral. “Foi uma eleição tranquila, sem irregularidades na propaganda ou compra de votos. Considero uma eleição limpa; vocês estão de parabéns”, elogiou o promotor.
Iana Sarkis, presidente do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente de Rio Branco, ressaltou a urgência da discussão sobre a possibilidade de unir a eleição do Conselho Tutelar com as eleições municipais ou estaduais, dado o grande número de eleitores participantes. “Isso já é uma discussão em todo o Brasil. Estamos aguardando uma decisão do Governo Federal para que esse ajuste seja feito”, declarou.


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