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segunda-feira, 6 de julho de 2026
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Vigilância Sanitária está no encalce dos promotores do cemitério de ossos de animais

A Vigilância Sanitária de Boca do Acre está agindo contra açougueiros e desossadores clandestinos que estão usando a BR-317, nos arredores do perímetro urbano, como local de despejo de restos de animais.

Está uma imundície só, com um fedor insuportável, atrapalhando a prática de exercício físico que o cidadão faz todas as tardes, caminhando ou pedalando.

O estômago embrulha com o odor e a imagem de ossos, couro e até a cabeça do animal, que evidentemente não foi aproveitada e descartada, não da maneira correta, dentro de critérios ambientais.

O chefe da Vigilância Sanitária, Manuel Sales, conversou com o Jornal Opinião, e disse que está monitorando o fato e já tem nomes certos, que estão lançando mão de uma atitude criminosa, que é a de usar a margem da rodovia como um cemitério de ossos.

Sales disse que não se trata de uma questão política, mas de caráter, de moral, de uma prática tão negativa, tão vergonhosa, que não deixa de traduzir com fidedignidade a falta de noção de uma pessoa que não conhece um padrão de ambiental, de limpeza e até higiene.

“Nós já sabemos de nomes e vamos agir, vamos punir, pois isso tem que parar. É inadmissível um empresário que continue a praticar um crime contra a própria cidade e ao meio ambiente”, disse o chefe da vigilância.