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segunda-feira, 6 de julho de 2026
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Vereadores do G7 intervêm no caso da lotérica, mas empresário garante o fechamento para hoje

Os vereadores do G7, liderados pela presidente do parlamento bocacrense, Taísa Onofre, estiveram reunidos com a superintendência da Caixa Econômica Federal, para tratar do assunto polêmico do fechamento da lotérica Peixe Vivo, que foi anunciado para hoje, sexta-feira (28).

O Jornal Opinião conversou com o vereador Roderick Costa, que deu detalhes do encontro com os executivos da CEF, que segundo o parlamentar, garantiram a continuidade dos serviços prestados pela única casa lotérica de Boca do Acre. Roderick destacou a ajuda importante do deputado federal Alberto Neto, ao contrário de outros parlamentares que são velhos conhecidos de Boca do Acre, mas que não se mexeram muito para estar ao lado dessa causa da população.

Além da notícia de que a casa lotérica continuaria com as suas atividades, os representantes garantiram ainda que Caixa Econômica terá uma sucursal em Boca do Acre. Outra importante notícia dada por Roderick, é de que a cidade contará com Caixa Aqui, que é uma espécie de expresso da CEF, que tem a função de realizar todos os serviços de uma casa lotérica, exceto jogos.

De acordo com o vereador, os executivos do banco afirmaram que já enviaram algumas demandas para a Prefeitura de Boca do Acre, que ainda não deu prosseguimento.

Conversamos com Tenisson, para perguntar se a decisão de fechar a lotérica Peixe Vivo ainda estaria valendo. O empresário confirmou que não mudou de pensamento e que vai fechar as portas nesta sexta.

Tenisson disse que uma lotérica de Rio Branco se interessou para comprar a concessão de Boca do Acre, mas depois que viu as condições, declinou do desejo e o problema voltou à estaca zero, ou seja, a lotérica vai parar de funcionar sob a gestão de Onofre.

Ainda de acordo com o empresário, há três nomes de Boca do Acre interessados em pegar a concessão para continuar com os trabalhos. A gente vai tentar negociar com esse pessoal, mas antes de qualquer negócio, a Caixa tem que aceitar.

“Eu mesmo não quero mais operação, pois na minha opinião o risco é bastante alto. Mas a gente sabe da importância, da necessidade da lotérica para o município”, afirmou Onofre.