REPÓRTER OPINIÃO
A onda de criminalidade no Estado voltou a centralizar os debates no plenário da Câmara de Rio Branco na sessão de quinta-feira, 6. Ao citar a falta de resultados da cúpula da Segurança Pública no combate a violência, o vereador Rodrigo Forneck (PT) frisou que o vice-governador, major Rocha, tem falhado na missão que lhe foi dada pelo governador Gladson Cameli (Progressistas).
“O major Rocha deveria pedir desculpa a população pela falta de resultado no combate ao crescimento da violência em nosso Estado. Durante a campanha, ele e o Gladson disseram a população que conseguiriam resolver o problema. Mais de um ano se passou desde que assumiram o governo e não resolveram nada. Ao contrário, está pior”.
E acrescentou: “Vivia criticando o governador Tião Viana e o secretário Emylson, mas agora ele está sentido na pele que um problema como esse não se resolve da noite para o dia. Quando assumiu essa responsabilidade ele já sabia que teria dificuldade”, finalizou.
O vereador N. Lima (PSL) também criticou o vice-governador. Segundo ele, o militar não deveria ter sido colocado como o principal responsável pela Segurança pública do atual governo.
N. Lima, que é capitão aposentado da Polícia Militar do Acre, fez um breve histórico da atuação de Rocha na corporação. “O Gladson entregou a pasta para uma pessoa que se diz expert na área, mas na realidade não é bem isso. Até agora ele não apresentou nenhum resultado. Só fez promessas. Disse que resolveria essa questão, que diminuiria a violência, mas não fez nada até o momento.”, disse ele.
Para N. Lima, o vice-governador, apesar de ser militar, não tem experiência o suficiente para o trabalho. “Dentro da corporação o que foi mesmo que o vice-governador fez? Enquanto policial ele nunca foi para a rua, nunca comandou um policiamento, nunca perseguiu um bandido. O Rocha nunca fez nada de positivo pela Corporação, só criou confusão”.
O vereador criticou ainda as trocas constantes no comando da Polícia Militar. “A tropa está esfacelada. A hierarquia e disciplina já não existem mais ali. A Corporação não tem direção. Já se mudou no período de um ano, quatro comandantes. Como que vão combater a violência no Estado dessa forma. Estão sempre recomeçando do zero. Isso tem que acabar”, finalizou.


?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>