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segunda-feira, 6 de julho de 2026
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Unidade do Hospital de Barretos segue com obras avançadas no AC

Unidade do Hospital de Barretos segue com obras avançadas no AC

“Até outubro teremos um novo momento na história da luta contra o câncer no Acre”, afirmou o governador Tião Viana ao visitar as obras avançadas do Hospital de Barretos, em Rio Branco, nesta segunda-feira, 16. Com um complexo capaz de realizar até 700 atendimentos por dia, a unidade hospitalar é uma parceria Hospital de Câncer de Barretos, governo do Estado e Ministério Público do Trabalho (MPT).

A unidade de Rio Branco está com quase 70% de suas obras concluídas, além disso, o atendimento contará com duas carretas para consultas e diagnósticos e uma outra carreta para palestras educativas. Uma das carretas ficará com mais intensidade em Cruzeiro do Sul, para atender a demanda da região do Juruá, fazendo assim uma rede de atendimento.

“Essa unidade de Prevenção, que vai atender todo o estado, terá procedimentos para prevenção dos cânceres de mama e colo de útero, a princípio. Nós poderemos ver uma mudança no tratamento do câncer aqui no Acre e será a diferença entre a vida e a morte na luta contra a doença”, afirmou Raphael Luiz Haikel, responsável pelas unidades de prevenção das unidades do Hospital de Barreto.

Ele explicou ainda que esta fará parte das 16 outras unidades já espalhadas em todo o Brasil. Por ser focada na prevenção e diagnóstico, ela vai ofertar mamografia, o Preventivo do Câncer do Colo de Útero (PCCU).

A unidade sede fica em Barretos, no interior de São Paulo, e é uma referência mundial no tratamento de câncer, atendendo pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e conseguindo alcançar avanços significativos em meio a doações tanto de artistas e milionários quanto da população em geral.

Tião Viana celebra essa vitória para a saúde do Acre. “Teremos uma unidade com capacidade de interromper em definitivo a ocorrência de câncer avançado no estado, especialmente para os casos de mama, útero e próstata. Com isso, haverá diagnóstico e tratamento precoces em escala, permanecendo no máximo 5% dos casos com necessidade de deslocamento para outros estados”, afirma.