Rio Branco
24°C
terça-feira, 3 de novembro de 2026
01:10

Trabalhadores da Educação seguem firmes com o movimento de greve

Os trabalhadores da rede pública da Educação Estadual protestaram na terça-feira, 25, em frente a Procuradoria-Geral do Estado. A manifestação ocorreu devido à Justiça acreana, ao acatar uma tutela de urgência da PGE-AC, ter determinado a suspenção da greve da categoria.

Na tutela, a PGE afirma que a paralisação dos servidores ‘comprometerá absolutamente a execução do ano letivo de 2021 em momento extremamente sensível e sem precedentes, comprometendo a obrigatória prestação de serviço de educação estatal em todo o Estado, aliado ao fato de que as demandas reivindicadas pelos trabalhadores através dos sindicatos revelam-se absolutamente impossível de serem cumpridas, em razão de vedação expressa de lei’

O Estado alegou também que já atingiu o limite prudente de gastos com servidores. Outra alegação destacada é de que a Lei Complementar Federal 178/20 Pacto Covid-19 impede de ‘conceder reajustes salariais a seus servidores como reformular a PCCR.

Outro impedimento para liberar o reajuste o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, estabelecido pela Lei Complementar nº 173 de março de 2020, que também veda a concessão de títulos, vantagens e aumentos.

A categoria está em greve desde o dia 13 de maio. Eles pleiteiam a reformulação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) com o reajuste no piso salarial e vacinação dos profissionais da Educação contra a Covid-19.

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, disse que a categoria vai recorrer da decisão da Justiça de suspender a greve e que a paralisação continua.

“Quero dizer aos trabalhadores e à população que nossa greve não está ilegal, o que está ocorrendo é uma decisão política do governador do estado. Não existe nenhum argumento legal que foi feito para dar a suspensão da greve”.

E acrescentou: “a greve continua, os trabalhadores continuarão se movimentando, pressionando o governo. Estamos recorrendo no dia de hoje com agravo e vamos buscar ter uma reunião com a comissão de desembargadores que tem no Tribunal de Justiça. Eles precisam também ouvir os trabalhadores”.

Sujeitos a multa

A justiça determinou uma multa diária no valor de R$ 10 mil caso a determinação fosse ignorada. O desembargador Júnior Alberto determinou ainda que seja cobrada multa cominatória de R$ 10 mil para a presidente do sindicato, Rosana Nascimento.

“Há aqui um conflito entre o direito de greve e o direito à educação, previstos em sede constitucional, cabendo a este relator, fazer um juízo de proporcionalidade entre os direitos em conflitos, ou seja, entre a decisão tomada pelo sindicato de fazer a greve e o direito à educação das crianças e dos adolescentes. Não me parece proporcional afastar o direito à educação de crianças e adolescentes em razão do direito de greve (…)”, diz parte da decisão.

Palacebetonwinjojobetjojobetsetrabetmarsbahisen güvenilir casino siteleribahis güvenilir bahis sitelerien güvenilir casino sitelerijojobetGrandpashabetgrandpashabetDeneme Bonusu Veren SitelerBetsalvadorslot sitelerideneme bonusubahis sitelerimarsbahismarsbahismarsbahismarsbahis girişmarsbahis girişmarsbahis girişjojobetjojobetjojobetjojobet girişjojobet girişjojobet girişjojobetjojobet girişjojobetjojobet girişjojobetjojobet girişjojobetjojobet girişjojobetjojobet giriş