Caem chuvas esparsas sobre Rio Branco. Na terça-feira, 18, por exemplo, choveu sobre a região alta da Capital, especialmente nos bairros Placas e Tancredo Neves. No dia anterior, caiu alguma chuva sobre a Vila Acre –e os moradores comemoraram muito pois, de acordo com a Defesa Civil de Rio Branco, não chovia há mais de 35 dias. Mas tem chovido tão pouco que os pluviômetros da Defesa Civil sequer conseguem marcar alguma coisa.
E, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) só deve chover acima de 100 milímetros a partir de agosto apesar das nuvens escuras que pairam sobre a cidade nas últimas horas.
O nível do Rio Acre chegou a 2,08 metros na manhã desta quarta-feira, 18, e já há uma mobilização nos órgãos ligados ao abastecimento de água potável, especialmente o Depasa. Em 2016, o nível do Rio Acre desceu a 1,30 metro mas não houve racionamento de água. Usando balsas para levar as bombas a pontos de maior profundidade para captação, o Depasa garantiu o abastecimento em um período muito crítico.
A friagem segue presente no clima acreano. “No fim desta semana, mais uma onda de frio polar chegará ao sul da Amazônia Ocidental e ao Centro-Oeste do Brasil, diminuindo sensivelmente a temperatura no Acre, Rondônia, Mato Grosso, sul do Amazonas e planícies da Bolívia e do sudeste do Peru”, prevê o portal O Tempo Aqui, do estudioso do clima Davi Friale.
Segundo O Tempo Aqui, o avanço de uma massa de ar quente e úmido provoca o surgimento de nuvens, que podem resultar em chuvas rápidas e pontuais, mas que podem ser forte em algumas áreas, no Acre; no sudeste, sul e sudoeste do Amazonas; no norte e oeste de Rondônia, no noroeste de Mato Grosso, no norte da Bolívia e na região de selva do Peru.



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