
Os taxistas de Boca do Acre, que fazem parte da cooperativa Acre-Purus, procuraram o vereador Jansen Almeida (Avante) para pedir ajuda a respeito da obra inacabada da rodoviária municipal, que para os profissionais do volante, é questão fundamental para que o trabalho da instituição possa acontecer de forma natural e benéfica aos cooperados.
Jansen ouviu os taxistas, que conversaram com o vereador em coletivo, expondo a situação da rodoviária, além de abrir as portas do local, para que o parlamentar pudesse ver de perto a falta de seriedade e compromisso da atual administração com o dinheiro público.
Obra inacabada
Os taxistas reclamam pela conclusão da obra de reforma da rodoviária municipal, situada no Centro da Cidade, que foi iniciada antes da eleição, em 2020, mas depois que passou o processo eleitoral, os trabalhos foram paralisados, completamente, e desde então, praticamente um ano depois, restam materiais que estavam sendo usados no serviço, dentro de uma das salas do prédio.
Sem estrutura – de acordo com os taxistas, não há estrutura mínima aceitável para que o trabalho da cooperativa possa ser desenvolvido, como explicou o presidente, Lucas Pompeo. O taxista que está à frente, afirmou que nem sequer um banheiro há nas dependências da rodoviária, que permita necessidades fisiológicas básicas.
“Estamos mijando na parede da rodoviária, porque não temos um banheiro”, afirmou o presidente da Acre Purus, que aproveitou o ensejo e falou da essencialidade de uma sala que seja dedicada ao funcionamento da cooperativa, para os trâmites burocráticos, espaço que não existe, porque, como dito anteriormente, a estrutura não foi finalizada.
Promessas – Lucas relembrou ainda que os taxistas cooperados se reuniram com o prefeito, no ano passado, e ouviram dele a promessa de entrega da rodoviária totalmente repaginada, remodelada e novinha em folha, 15 dias antes do pleito eleitoral, o que notoriamente não se concretizou, pior ainda, obras que estão absolutamente paradas, sem sinal de retorno, apesar de outras promessas do prefeito, que ficaram somente nas palavras.
À espera do prefeito
“Lucas Pompeu, estamos há seis meses à espera do prefeito. Prefeito, nos ajude. Não precisávamos passar por esse constrangimento, mas estamos com uma barreira muito grande para chegar ao senhor”, disse o presidente da cooperativa, Lucas Pompeu.
O presidente afirmou ainda, que se a Prefeitura de Boca do Acre tiver dificuldade para concluir a obra, eles próprios irão finalizar o empreendimento, resta apenas uma autorização do Poder Executivo.


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