Espetáculo de Dança do SESI desvenda os mistérios do Egito

Grande público compareceu ao Teatro Plácido de Castro para prestigiar as apresentações dos dançarinos

Com o tema “Os Mistérios do Egito”, o SESI/AC realizou, nos dias 16 e 17 deste mês, no Teatrão, a 14ª edição do seu já tradicional espetáculo de dança. O evento, que reuniu cerca de 80 bailarinos em um total de 15 apresentações, abordou lendas e mitos dos Deuses egípcios, as águas do Rio Nilo, a maldição dos Faraós, as famosas pirâmides e esfinges, assim como toda a rica história de uma das civilizações mais antigas e enigmáticas do mundo.

Thays Cunha, professora, bailarina, coreógrafa e diretora do espetáculo, explicou que, a partir da escolha do tema, foi feita uma grande pesquisa de campo que baseou toda a seleção do enredo da apresentação, coreografias e figurino dos dançarinos. “Contamos toda a história a partir das águas do Rio Nilo, que é onde tudo começa, e então fizemos uma espécie de retrospectiva de mitos e lendas, como se estivéssemos voltando no tempo. Dividimos a apresentação em dois atos com balé e jazz”, detalhou a professora, que atua na escola de dança do SESI há 15 anos.

Estreante no espetáculo, a pequena Maria Fernanda Pacífico da Silva, de 5 anos, ficou entusiasmada depois de subir ao palco do Teatro Plácido de Castro pela primeira vez. “Adorei os ensaios e também a apresentação. As roupas e luzes foram muito legais. Parecia um filme de bailarinas”, comentou.

Já Dandara Barahuna, que está há mais de dez anos no balé do SESI, revela que a cada edição do espetáculo vivencia uma emoção diferente. “Ficamos nervosas antes de entrar no palco, mas quando a luz acende é nosso momento de brilhar. Passamos muito tempo ensaiando, não é fácil, mas vale muito a pena. É indescritível a emoção. Estudei na escola SESI quando eu era pequena e lá comecei a fazer balé como atividade física. Conclui meus estudos e mesmo assim permaneço no balé até hoje”, frisou a bailarina.

César Dotto, superintendente do SESI no Acre, fez questão de prestigiar o primeiro dia do espetáculo. Segundo ele, o que mais o impressionou foi o profissionalismo e a dedicação de todos os envolvidos na realização do evento. “É extremamente gratificante ver o Teatrão lotado, o que evidencia a qualidade de tudo que o SESI se propõe a realizar e ao mesmo tempo coroa o trabalho da equipe que atua na linha de frente desse projeto e também nos bastidores”, elogiou Dotto.

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Fotos de Sérgio Vale

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Espetáculo de dança do ventre acontece neste fim de semana

A escola de dança do ventre Studio Alimah apresenta nos dias 02 e 03 de novembro, sexta-feira e sábado, o espetáculo de dança do ventre. O evento acontecerá no Teatro da Faculdade da Amazônia Ocidental (FAAO) às 20 horas.

A apresentação que acontece anualmente está na sexta edição, e tem como tema este ano, Pedras Preciosas. A entrada custa R$ 20,00 inteira e R$ 10,00. Há ainda a opção da entrada especial: 15,00 + 1kg de alimento não perecível, que serão doados à instituições beneficentes.

Para composição do espetáculo, a apresentação conta com 18 bailarinas ao todo, além da participação especial do grupo de dança No Compasso e do Ballet Elisa Reis.

Nesta edição, a coreógrafa e professora do Studio Yane Alimah, adicionou elementos tradicionais e modernos às coreografias: leques de seda, véu, espada, candelabros e taças. A aluna e integrante do espetáculo disse as bailarinas se preparam o ano inteiro para a apresentação.

“Nossa preparação acontece o ano inteiro, desde as aulas de dança, até chegarmos aos ensaios, com as coreografias prontas. Ensaiando mesmo, estamos desde o meio do ano. Todas as bailarinas são muito dedicadas, todas se empenham em fazer o melhor pra apresentar um show bonito e honrar todo o trabalho da nossa professora e coreógrafa que se dedica ainda mais que a gente” disse Marinara Lusvardi.

Cia. Visse e Versa estreia espetáculo inspirado na floresta

Inicia no próximo dia 12 de outubro, dia das crianças, a temporada do espetáculo “Yunu Pãni”, o qual realizou sua pré-estreia nos dias 02 e 03 de outubro, com apresentações voltadas para alunos das escolas da rede pública Dom Bosco, Pedro Martinello e CEBRB.

As apresentações acontecem no Teatro de Arena do SESC, nos dias 12, 13, 19, 20 e 21 de outubro, sempre às 18h, classificação livre, e os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria com 30 minutos de antecedência, no valor de R$10 (estudante) e R$20 (inteira).

O ser humano, se por instinto de sobrevivência encontrou na caça sua primeira forma de se alimentar, na agricultura encontra meios de se estabelecer em conexão com os ciclos da terra. Yunu Pãni é um conto inspirado pela narrativa poética do imaginário dos povos huni kuin, livremente adaptado, através das palavras de Agostinho Ika Muru e Alexandre Quinet, publicadas no livro Una Ïsi Kayawa – O Livro da Cura. O espetáculo trata do mistério da fertilidade da terra, a descoberta ancestral da alimentação através do cultivo de sementes, a origem dos legumes.

Este é mais um projeto realizado pela Cia. Visse e Versa de Ação Cênica, através do edital do Fundo Estadual de Cultura – FUNCULTURA 2017 e pelo Fundo Municipal de Cultura, e conta com apoio do SESC, em parceria com a FETAC. (Ágatha Lim/Assessoria)

Ficha Técnica

Direção: Ágatha Lim e Claudia Toledo

Criação Visual e Direção Artística: Ágatha Lim

Roteiro e Adaptação Dramaturgica: Ágatha Lim

Criação e DireçãoMusical: Écio Rogério

Sonoplastia: Écio Rogério Sandra Buh

Iluminação: Lenine Alencar e Luiz Rabicó

Montagem de Luz: Luiz Rabicó e Dimis

Produção: Lenine Alencar e Sacha Alencar

Elenco: Beatriz Medina, Claudia Toledo, Matheus Filgueira e Quilrio Farias

Espetáculo ‘O Dia da Caça’ é sucesso de público nas cidades de Rio Branco e Xapuri

Nem a chuva, que não dava as caras há semanas, quis perder o espetáculo de palhaçaria “O Dia da Caça” na última sexta-feira, 20, na Praça da Revolução, no Centro de Rio Branco. Quando os relógios marcaram 19h, horário do início da peça, o tempo fechou, mas não foi suficiente para dispersar a plateia, que lotava o coreto para assistir as trapalhadas de Bifi e Quinan. Ainda bem que a chuva passou rápido. Coisas do “verão” amazônico.

E por falar em Amazônia, é na escuridão da floresta o cenário em que a dupla Las Cabaças, de São Paulo, coloca todo mundo pra gargalhar. Voltada para crianças e adultos, a peça é encenada pelas palhaças Juliana Balsalobre e Marina Quinan, que interpretam Bifi e Quinan.

Dirigido por Lily Curcio, o espetáculo emprega elementos de humor da palhaçaria clássica e conta com tradução em libras. Na trama, as duas amigas estão famintas há 3 dias. Munidas de terçado, arco e flecha e lanterna, elas navegam em sua canoa e seguem rastros de animais para caçar.

Bifi é atrapalhada. Dorme no meio da caçada, é sonâmbula e conversa com árvores, representadas por pessoas da plateia, em um dos momentos de interação na peça. Já Quinan é a cabeça da dupla. Precisa sempre lembrar a amiga de que estão com fome e precisam achar uma caça. A única coisa que a tira do foco é ouvir falar de cobra.

E é justamente uma sucuri que a dupla encontra escondida na bolsa. O bicho enfeitiça a dupla e muda os rumos da história, provocando muita confusão e gargalhadas.

O uso de vocabulários próprios da Amazônia, como panema, bacuri, tucumã e poronga, aliado a situações e ao uso de objetos cênicos típicos dos seringueiros, ribeirinhos e indígenas, deram um contexto totalmente regional à peça, que contou até com um trecho da famosa música Lambada do Amapá, do artista acreano Jorge Cardoso.

A produção do espetáculo estima a presença de 500 pessoas na encenação d’O Dia da Caça na Praça da Revolução. Juliana Balsalobre, uma das palhaças da dupla Las Cabaças, comemorou o resultado. “Ficamos muito felizes de apresentarmos a peça em Rio Branco. Foi uma alegria enorme receber um público desse tamanho e com tanta empatia. “

O ator e jornalista Renan Praxedes assistiu à peça e alogiou o trabalho. “Achei o espetáculo bastante divertido e lúdico. O que mais me chamou atenção foram as referências à cultura popular da Amazônia. O trabalho de corpo das atrizes também é muito bem feito”.

O estudante da segunda série Joaquim Di Deus adora palhaços e também foi conferir a apresentação. “A parte que eu mais gostei foi quando elas decidem não matar a sucuri, porque o animal não fez nada pra elas. Assim como a Bifi, eu não tenho medo de cobra”.

Xapuri e Cruzeiro do Sul

O município de Xapuri também recebeu O Dia da Caça. Lá, a apresentação aconteceu no domingo, 22, na Praça de Eventos, no centro da cidade. Uma multidão parou para ver o espetáculo, que, horas antes, foi divulgado pelas próprias palhaças em um carro de som. Nesta sexta, 27, é a vez de Cruzeiro do Sul. A peça acontece às 18h, na Praça Orleir Cameli.

“Até o momento, nossa passagem pelo Acre está sendo maravilhosa. Tivemos uma recepção que nos encantou demais. Nunca havíamos feito uma roda tão grande como a de Xapuri, onde compareceram mais de 800 pessoas. Fomos muito bem recebidas. Nossa avaliação é que ganhamos um presente”, afirmou Marina Quinan, uma das artistas.

Juliana e Marina fazem intervenções artísticas em espaços públicos e no cotidiano do interior do país, transformando as experiências em roteiros teatrais por meio da palhaçaria. Elas moraram cerca de sete anos no Pará, onde visitaram comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas para trocas culturais. Lá, aprenderam o modo de vida, palavras, gestos e histórias dos moradores. Daí veio a forte influência amazônica em seu trabalho.

A programação do projeto de circulação pelo Acre do “O Dia da Caça” é promovida pela Nascedouro Gestão Cultural, Namazônia e Las Cabaças, por meio do Edital Petrobras Distribuidora de Cultura 2018/2019, através da Lei Rouanet do Ministério da Cultura (MinC).

Rio Branco recebe espetáculo O Dia da Caça nesta sexta

A Praça da Revolução, no Centro de Rio Branco, será palco, nesta sexta-feira (20), do espetáculo teatral “O Dia da Caça”. Apresentado pela dupla de palhaças Las Cabaças, a peça aberta acontece a partir das 19h e conta com tradução em libras. A programação é gratuita.

Encenado por Juliana Balsalobre e Marina Quinan, que interpretam, respectivamente, as personagens Bifi e Quinan, “O Dia da Caça” emprega elementos de humor da palhaçaria clássica e tem como tema uma típica caçada noturna na floresta amazônica.

As caçadoras estão famintas há 3 dias. Elas seguem rastros de animais e navegam em sua canoa pelos rios em busca de comida. Mas um misterioso animal da selva enfeitiça a dupla e muda os rumos da história. Com isso, a confusão e as gargalhadas estão garantidas. O uso de vocabulários da Amazônia e objetos cênicos típicos, como boroca, canoa, terçado, arco e flecha, aliado a situações do universo ribeirinho, dão à peça contexto regional.

As palhaças fazem intervenções artísticas em espaços públicos e no cotidiano do interior do país, transformando as experiências em roteiros teatrais por meio da linguagem da palhaçaria. Elas são de São Paulo, mas moraram quase 10 anos no Pará, onde visitaram comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas em busca de trocas culturais. Nesses locais, aprenderam o modo de vida, palavras, gestos e histórias de seus moradores.

A peça também será apresentada em Xapuri neste domingo (22) às 18h, na Praça de Eventos, localizada no Centro da cidade. Já no dia 27, sexta, é a vez de Cruzeiro do Sul receber o espetáculo. A apresentação acontece às 18h, na Praça Orleir Cameli.

Juliana Balsalobre e Marina Quinan ministraram, entre segunda e quarta, no Sesc Centro da capital, a “Oficina de Palhaçaria: O Corpo Cômico e Jogos de Dupla e Trio”. Participaram 25 estudantes e profissionais de teatro, dança, circo, música, boneco e performance. Nesta quinta (19), às 19h30, na Usina de Artes João Donato, no Distrito Industrial, elas compartilham suas experiências culturais com artistas locais em um bate-papo gratuito.

A programação do projeto de circulação pelo Acre do “O Dia da Caça” é promovida pela Nascedouro Gestão Cultural, Namazônia e Las Cabaças, por meio do Edital Petrobras Distribuidora de Cultura 2018/2019, através da Lei Rouanet do Ministério da Cultura (MinC).

Espetáculo teatral ‘A Bruxinha que era boa’ se apresenta no Teatro do Sesc-Acre

A companhia de teatro ‘Expressão’ apresenta, neste domingo (17) no Sesc-Centro, o espetáculo ‘A Bruxinha que era boa’. A peça conta a história de uma bruxa diferente demais a Bruxinha Ângela, que tenta se esforçar para ser uma bruxa de verdade, mas quase nunca tem sucesso.

O espetáculo chega a sua segunda temporada, com texto de Maria Clara Machado, o clássico do teatro infantil conta a história da bruxinha e por isso vive sendo algo de piadas e exclusão entre as demais.

A história se passa em uma floresta onde ocorre o grande teste das bruxas aplicado pelo Bruxo Belzebu Terceiro, a vencedora vai ganhar uma vassoura a jato e quem não passar, vai viver o resto da vida presa na Torre de Piche.

Enquanto Ângela não consegue disfarçar sua bondade, e se torna uma grande decepção no reino das bruxas, ela encontra um novo amigo o menino Pedrinho e vai conta com a ajuda dele para tentar acabar com toda a maldade.

A peça tem direção de Jocilene Barroso. No elenco, oito atores vivem os personagens e apresentam divertidas histórias do mundo da bruxaria. O grupo levou cerca de 7 a 8 meses para finalizar o processo de pesquisa e montagem do espetáculo e, após o sucesso de bilheteria com a primeira temporada em julho do ano passado, está ansioso para a segunda temporada.

“A peça é livre para todas as idades, tentei fazer uma montagem mais tranquila e harmoniosa para o público para ter muito a questão do medo principalmente para as crianças, tentei fazer por exemplo o meu personagem ficar mais abobalhado, para passar o ar de maldade muito forte para a crianças” explica Jocilene.

A apresentação acontece nos 17, 23 e 24 de junho sempre as 19 horas no teatro de arena do Sesc, os ingressos custam R$ 20 inteira e R$ 10 metade.

bruxinha