Acidentes de trabalho geraram 2,5 anos de afastamentos previdenciários no Acre

Os afastamentos por acidentes de trabalho já custaram mais de R$8,5 milhões em assistência previdenciária no Acre no ano de 2012 mas houve uma derrocada nas ocorrências ao longo dos últimos anos. Em 2017, os gastos com afastamentos custaram pouco mais de R$2,7 milhões. Os dados são do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, uma plataforma do Ministério Público do Trabalho.

Os últimos relatórios do Observatório trazem dados curiosos: a maioria das ocorrências são relacionadas a fraturas e elas são comunicadas com grande frequência por trabalhadores de atividades de atendimento hospitalar. Ou seja: quem deveria estar em boas condições para cuidar do outro é quem mais se queixa de de acidentes no Acre. Entre 2012 e 2017 a atividade de carteiro registrou 125 ocidentes, segundo o Observatório, algo que também chama a atenção.

Mas uma informação é relevante: os acidentes de trabalho com morte vinham caindo a partir de 2012 porém voltaram a crescer em 2017, ano que o Acre registrou seis óbitos em atividade laboral. Esse número se aproxima do registrado no ano de 2012.

Ainda segundo o Observatório, foram registrados 3.983 – auxílios-doença por acidente do trabalho no período. O impacto previdenciário dos afastamentos foi de R$38.649.250,55, com a perda de 937.652 dias de trabalho, o que corresponde a 2,5 anos de trabalho perdidos.

Acidentes de trabalho geraram 2,5 anos de afastamentos previdenciários no Acre

Os afastamentos por acidentes de trabalho já custaram mais de R$8,5 milhões em assistência previdenciária no Acre no ano de 2012 mas houve uma derrocada nas ocorrências ao longo dos últimos anos. Em 2017, os gastos com afastamentos custaram pouco mais de R$2,7 milhões. Os dados são do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, uma plataforma do Ministério Público do Trabalho.

Os últimos relatórios do Observatório trazem dados curiosos: a maioria das ocorrências são relacionadas a fraturas e elas são comunicadas com grande frequência por trabalhadores de atividades de atendimento hospitalar. Ou seja: quem deveria estar em boas condições para cuidar do outro é quem mais se queixa de de acidentes no Acre. Entre 2012 e 2017 a atividade de carteiro registrou 125 ocidentes, segundo o Observatório, algo que também chama a atenção.

Mas uma informação é relevante: os acidentes de trabalho com morte vinham caindo a partir de 2012 porém voltaram a crescer em 2017, ano que o Acre registrou seis óbitos em atividade laboral. Esse número se aproxima do registrado no ano de 2012.

Ainda segundo o Observatório, foram registrados 3.983 – auxílios-doença por acidente do trabalho no período. O impacto previdenciário dos afastamentos foi de R$38.649.250,55, com a perda de 937.652 dias de trabalho, o que corresponde a 2,5 anos de trabalho perdidos.