Mais de quatro mil tablets e onze mil chips com internet foram distribuídos na quinta-feira, 3, como forma de complementar o material pedagógico dos alunos, gestores e professores do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental das escolas municipais da capital, Rio Branco.
Foram investidos mais de R$7 milhões na ação realizada pela prefeitura em conjunto com a Secretaria Municipal de Educação. Durante a entrega dos aparelhos, o prefeito, Tião Bocalom, falou sobre o investimento.
“Significa uma oportunidade que os grandes municípios e estados brasileiros estão dando aos seus alunos nesse momento difícil que estamos passando na pandemia, onde nós tivemos que nos reinventar e a educação teve que se reinventar”, afirma o gestor.
Foi enfatizado que o fato de haver investimentos de recursos públicos é resultado direto de uma boa gestão financeira e que a verba consequente disso está sendo direcionada para áreas essenciais, como a educação.
“Isso é o resultado de um trabalho que a gente iniciou no ano passado que é o da gente gastar bem o dinheiro público. E para isso, a gente faz uma grande economia com recursos próprios do município, economizando mais de R$1 milhão.”, explicou.
Outra autoridade a se manifestar na ocasião foi a secretária a frente da Educação, Nabiha Bestene, que ressaltou a importância dos investimentos tecnológicos com aplicações didático-pedagógicas.
“É muito importante, nos dias atuais, a tecnologia, o uso da tecnologia, dos instrumentos e de ferramentas na finalidade didático-pedagógica, e também sabemos da importância das plataformas digitais no aprendizado dos nossos alunos e a contribuição para a melhora da relação entre o aluno e as escolas”, evidenciou Nabiah.
Durante o evento, o prefeito também foi questionado sobre o Piso Salarial Profissional Nacional dos Profissionais do Magistério Público da Educação Básica (PSPN), que foi reajustado recentemente em 33,24% pelo governo federal. Na ocasião, Bocalom afirmou que as discussões estão caminhando bem, entretanto a maneira que o aumento será dado ainda não foi acordada.
“Essa questão do piso salarial nós aceitamos, está em negociação apenas porque eles querem que a gente pague de uma vez e nós queremos dividir em três para não ter impacto com relação à Lei de Responsabilidade Fiscal, a maior discussão está aí. A gente quer implantar o piso, o que não podemos é inviabilizar a gestão.”, finalizou ele.


?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>
?>