Sintesac realiza homenagem aos trabalhadores vítimas da Covid-19

O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac) realizou na noite desta quinta-feira, 08, juntamente com os servidores da saúde um ato em homenagem à memória dos 189 (cento e oitenta e nove) profissionais que, infelizmente, perderam suas vidas durante o combate ao coronavírus e àqueles que continuam atuando na linha de frente.

O ato ocorreu em frente ao Pronto Socorro de Rio Branco, uma das unidades referência para atendimento a pacientes com Covid-19 no estado, um momento simbólico e de reflexão, para homenagear os trabalhadores da saúde que foram vítimas da doença. Com balões, banners, faixas, cruzes e velas, a categoria também fez um momento de oração em memória dos que morreram e por aqueles que continuam atuando na linha de frente, já há mais de um ano.

A homenagem contou com a participação dos parlamentares da área, o deputado estadual, Jenilson Leite e o vereador e presidente do Sintesac, Adailton Cruz, ambos do PSB, o presidente da câmara dos vereadores de Rio Branco, N. Lima (PP), o secretário municipal de saúde, Frank Lima, o secretário estadual de saúde, Alysson Bestene, o diretor-geral do Pronto-Socorro, Areski Peniche, presidente do Sindicato dos condutores de Ambulância do Estado do Acre (Sindconam/Ac), José Aiache, e o presidente do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC), Guilherme Pulici.

“São 189 trabalhadores de saúde que morreram, que perderam sua vida no combate ao covid-19, e hoje, a gente registra aqui, um muito obrigado por tudo que vocês fizeram, pelas vidas que salvaram e pelo legado que deixaram. Quero também deixar um pedido para nossos secretários, estadual e municipal, para nossas autoridades, nós trabalhadores de saúde, não queremos muito, só queremos ser tratados iguais as outras categorias, queremos condições de trabalho e salário, é o que a gente quer!”, exclamou Adailton Cruz durante a homenagem.

Também foi um momento para refletir as questões dos profissionais de saúde, o grau de exposição em que vivem, e para chamar atenção das autoridades com relação às necessidades de políticas públicas de proteção e apoio aos trabalhadores. (Enarde Fernandes – ASCOM/SINTESAC)