Começou a funcionar em Rio Branco, na segunda-feira, 4, o Samaúma Yoga Shala, um espaço para práticas de yoga e bem-estar. Serão oferecidas aulas de Hatha Yoga, Vinyasa Yoga, Kundalini Yoga e tecido acrobático em um ambiente aconchegante e seguro.
Shala é uma palavra em sânscrito que significa “lar, morada ou local de estudos, práticas”. Um Yoga Shala remete a “casa de Yoga” onde o Yoga é compartilhado e experimentado. “Queremos oferecer uma experiência em um espaço de integração entre as pessoas, não só para praticar, mas também para compartilhar, experimentar, trabalhar o eu interior e crescer. “, afirma uma das idealizadoras, a professora de yoga, Fabíola Bessa.
O espaço foi concebido com uma série de elementos, como pergolado, rede, fonte, sala de meditação para proporcionar momentos de descontração e relaxamento, conta Priscila Viudes, idealizadora e professora de yoga e tecido acrobático. “A ideia é que a pessoa comece a relaxar e se desligar quando entrar no shala, e assim possa se conectar consigo, se acolher, princípios chaves do Yoga”, explica.
“Muita gente associa o yoga às posturas, mas a prática abrange diversos aspectos, como autoconhecimento, consciência e respiração. E criamos um espaço ideal para tudo isso, como deve ser um shala: sagrado, aconchegante e acolhedor como se fosse uma casa” afirma Fabíola.
Amazônia e Oriente
O nome escolhido é uma forma de reverenciar a Floresta Amazônica, com o nome da árvore samaúma e o local de origem do Yoga, a Índia, como a palavra shala.
Conhecida como “rainha da floresta”, a samaúma é uma árvore imponente e muito valorizada pelas comunidades tradicionais. “Essa árvore se configura como uma referência para os povos da floresta. Ela se impõe na paisagem, ajuda as pessoas a se localizarem, suas raízes emitem um som que pode ser ouvido à distância, quando alguém bate nelas. E é também sagrada para alguns, entre as suas raízes expostas são realizados rituais e encontros”, conta Priscila, que também atua com jornalismo ambiental.
E a energia da Índia, berço do Yoga, se faz presente no nome com o significado da palavra shala. “Assim, reverenciamos todo o conhecimento e ancestralidade de povos tradicionais, sejam eles amazônicos ou indianos”, conta Fabíola. (Assessoria)


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