Taxista alerta para situação crítica enquanto manutenção da estrada é interrompida pela empresa responsável por causa das chuvas.
A precariedade de um trecho da BR-317, localizado a partir do km 70, no sentido Boca do Acre (AM)/Rio Branco (AC), dentro da segunda reserva indígena, tem causado preocupação entre motoristas e moradores da região. Na última semana, o taxista Diélio registrou imagens do local e relatou o surgimento de um atoleiro que ameaça o tráfego, especialmente durante o período chuvoso.
Segundo Diélio, a situação é grave e pode piorar, visto que nenhum reparo foi realizado até o momento. O trecho é essencial para o transporte de cargas pesadas, como carretas e caminhões, além de outros tipos de veículos que utilizam diariamente a rodovia.
Manutenção
A BR-317 é mantida pela empresa CMM, que suspendeu os trabalhos devido ao aumento das chuvas na região. Motoristas que transitam frequentemente pelo trecho afirmam que as condições do local vêm se agravando com o passar dos dias.
Moradores e usuários da rodovia estão cobrando providências imediatas para evitar que o trecho se torne um gargalo logístico. “Não podemos esperar que o problema piore. É preciso agir antes que o trânsito fique completamente bloqueado”, enfatizou um representante da comunidade local.
O risco de um atoleiro total representa não apenas transtornos para motoristas, mas também prejuízos econômicos e sociais para a região, que depende da BR-317 para o escoamento de produtos e acesso a serviços essenciais.
Até o momento, não houve um posicionamento oficial da empresa CMM sobre a retomada dos trabalhos no trecho.



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