
Em Rio Branco o clima esquentou literalmente. De acordo com o monitoramento da Defesa Civil Municipal, somente em julho a capital acreana já registrou 1,5 mil queimadas urbanas. Para agravar a situação, no mesmo período não foi registrado nem um milímetro de chuva.
“E é claro que isso influencia muito na questão da saúde das pessoas, no impacto com o meio ambiente e os animais. Enfim, é muito prejuízo. Lembrando que os meses de agosto e setembro são períodos de criticidade, em que as ocorrências também aumentam”, explica o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Cláudio Falcão.
Falcão alerta ainda sobre o clima seco ser favorável a queimadas descontroladas e de alta proporção. “Isso pode acarretar prejuízos materiais, perdas vidas de animais e problemas de saúde às pessoas, tendo em vista que a fumaça afeta os pulmões e pode causar até morte. Sem falar que estamos em plena pandemia, por isso, pedimos bom senso e consciência às pessoas”, frisou o major.
Desde maio, a Prefeitura de Rio Branco, Defesa Civil Municipal, Governo do Estado, Corpo de Bombeiros e demais órgãos de defesa e meio ambiente atuam com o plano de contingência de queimadas.


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