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terça-feira, 7 de julho de 2026
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Redução de Fiscais no Posto da Tucandeira resulta em transtorno

Após a Secretaria de Fazenda (Sefaz) reduzir o quadro de servidores que atuam no Posto Fiscal da Tucandeira, quem precisa de atendimento no local reclama da falta de agilidade no serviço.

As alterações feitas pela pasta foram realizadas sem aviso prévio aos profissionais e sem treinamento. Todos eles foram remanejados para novos postos de atuação sem receber a capacitação específica para desempenhar a nova função.

A presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Acre (Sindifisco-AC), Leyla Alves, comenta que a qualificação é necessária por existir setor de trabalho específico e o preenchimento correto de documentação afim.

A sindicalista afirma que as mudanças feitas resultarão na queda da arrecadação de impostos, o que enfraquecerá a arrecadação do estado prejudicando os serviços públicos, como as áreas da Saúde, Segurança Pública e Educação.

A presidente do Sindifisco-AC relata que os trabalhadores estão revoltados, já que eles consideram que a administração está prejudicando as atividades de fiscalização. A diminuição do pessoal nos postos fiscais foi a primeira de uma série de decisões que estão causando uma precarização ainda maior no trabalho.

“Os auditores repudiam a decisão de reduzir o quantitativo de plantonistas no Posto Fiscal Tucandeira de três para apenas dois. Passamos pelo momento em que o Acre precisa, em função da crise pela qual passa o país, dos esforços dos seus auditores fiscais para alavancar a arrecadação”, comenta Leyla.

Além disso, a classe também sofre com a falta de equipamentos necessários como novos sistemas de informática, computadores e viaturas para pasta.

“A situação já é de muita dificuldade na estrutura: equipamentos, sistema de informática inadequado, postos fiscais com estrutura precária e viaturas sucateadas sem atender na medida necessária as demandas da Receita. Mesmo assim, diante das dificuldades, os trabalhadores conquistaram o crescimento percentual da receita própria do estado, um trabalho realizado até maio, quando houve a mudança que prejudicou as atividades”, explicou a presidente da entidade. (Com informações da Assessoria)