Boca do Acre foi duramente castigada pela cheia de 2021, com a afetação de mais de 18 mil pessoas, e os prejuízos de mais uma catástrofe ambiental são muitos, principalmente para o empresariado e os produtores rurais ribeirinhos.
Pensando nisso, o Governo do Amazonas anunciou medidas para minorar os efeitos danosos da alagação. Um deles se destina especificamente para os municípios que tiveram estado de calamidade ou situação de emergência reconhecidos, como é o caso de Boca do Acre, que teve a situação de emergência outorgada pelos governos estadual e federal.
O principal benefício será para os produtores rurais e para os empresários do município, que poderão aderir à linhas de créditos através da Agência de Fomento do Amazonas (AFEAM), além da possibilidade de renegociação de dívida junto ao fisco estadual.
Falta aprovação
O governo informou que enviou um indicativo de lei para aprovação da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) em que concede anistia e renegociação de dívidas de produtores rurais, micro e pequenos empresários e profissionais autônomos de baixa renda junto à Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam).
Crédito solidário
O governo ainda pretende oferecer uma linha de crédito solidário no valor de R$ 20 milhões, em parceria com o Fundo de Promoção Social e Erradicação da Pobreza (FPS). O interessado pode acessar o valor máximo de R$ 2 mil com taxas de juros de 0,5% ao ano, carência de 180 dias para começar a pagar em um prazo de 24 meses.


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