Rio Branco
18°C
domingo, 5 de julho de 2026
05:28

Projeto leva amor a comunidade em Rio Branco

Criado há mais de dois anos através de uma visitação à crianças no Hospital do Câncer, o projeto voluntário Movimento de Amor a Comunidade Carente (Macc), promove ações sociais ajudando quem mais precisa na sociedade. Atualmente, além das 800 pessoas que participam do projeto em Rio Branco, o Macc também conta com voluntários nos municípios de Sena Madureira e Senador Guiomard.

Entre as várias atividades realizadas, o projeto destaca quatro ações promovidas contra a depressão e o suicídio, distribuição de sacolão para famílias carentes e visitação no Hospital do Câncer, Lar dos Vicentinos e Educandário Santa Margarida.

Segundo uma das coordenadoras do Macc, Rayssa Tegoras, as ações do projeto buscam principalmente levar amor para a sociedade. “Queremos fazer com que as pessoas acreditem que ainda existem pessoas boas no mundo, que se importam com o próximo. Muita gente sente vontade de fazer algo, mas não sabe o que fazer, então o projeto também vem para ajudar essas pessoas a distribuírem amor”, disse.

Entre os voluntários que participam do projeto está Heverton Maia, que conheceu o Macc por meio de uma rede social. “Quando entrei no projeto eu sofria com crise de ansiedade, mas depois que comecei a participar eu melhorei bastante. É muito bom, traz alegria e motiva as pessoas a olharem o mundo de outra maneira”, afirma.

A voluntaria Letícia Vasconcelos entrou no Macc há dois anos. Atualmente, na coordenação do projeto, ela conta que apesar das dificuldades a contribuição nas ações realizadas é gratificante. “Ver o sorriso de cada criança, de cada família feliz por ter algo que comer, faz com que todo o cansaço dê espaço à gratidão de poder contribuir de uma forma especial para a sociedade”.

Para o próximo ano, a expectativa é dar continuidade as ações realizadas pelo projeto e assim, alcançar mais pessoas. “Pretendemos realizar mais ações abrangendo a sociedade em geral, buscando sempre auxiliar aqueles mais necessitados”, finaliza Letícia. (Sabrina Nascimento, acadêmica de Jornalismo da Ufac)