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domingo, 14 de junho de 2026
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Projeto cultural usa o teatro para debater sobre a transfobia e violência contra mulher

O projeto “Com o dedo na ferida: Agreste, do ódio ao amor” foi aprovado no fundo municipal de cultura 04/2019 – área de arte e propõe realizar apresentações em instituições socioeducativas que amparam mulheres em situação de vulnerabilidade social, além disso, contará ainda com duas apresentações abertas para o público em geral, no Teatro Maués Melo que irá acontecer nos dias 13 e 17 de outubro de 2020, entretanto, devido a pandemia serão disponibilizados apenas 30 convites.

A lista para quem tiver interesse em participar, estará disponível nas redes sociais do grupo Barulho do Acre.

Agreste, escrito por Newton Moreno, é um drama de amor e pobreza vivido no interior do nordeste brasileiro, narrado por um ator contador da fábula que trata, ao mesmo tempo, sobre intolerância, preconceito, amor incondicional e expõe de forma clara o poder do estado e religião sobre aqueles que divergem do padrão heteronormativo.

Desse modo, o texto descreve a violência vivida por um homem transexual e sua esposa, que após seu falecimento, a viúva passa a sofrer inúmeras agressões intensificadas pelo machismo. Com isso, a montagem provoca um debate plural sobre a transfobia e violência contra mulher.


“Com o dedo na ferida: Agreste, do ódio ao amor” parte do pressuposto da potencialidade da arte como ferramenta de transformação social, o que justifica a utilização da linguagem artística teatral como modo sensível e crítico de discutir temas complexos presentes na sociedade contemporânea, diante o exposto, a Prefeitura Municipal de Rio Branco, através da Fundação Garibaldi Brasil se apresenta como uma parceira, facilitando a execução do projeto e contribuindo com a propagação desse tema tão pertinente na sociedade atual.


Com o dedo na ferida: Agreste, do ódio ao amor
Onde: Teatro Maués Melo – A Garça
Quando: 13 e 17 de outubro de 2020
Que horas: 19h