A presidente da Academia Acreana de Letras (AAL), Luísa Karlberg, lança, hoje, 23, na abertura do ano Acadêmico/Literário, o livro “Tecido do Coração”, às 19 horas, no Centro Cultural TJ/Acre (antigo Fórum). De acordo com a escritora, a obra fala diretamente ao coração de homens e mulheres. E, ainda, um que interroga a vida, bem como a forma que, por vezes, as pessoas têm que remar contra ventos e marés para poderem por de pé um projeto de vida.
O ano Acadêmico/Literário 2017-2018 marca o início das atividades, na AAL, e demais instituições culturais ligadas ao cultivo do idioma pátrio e da literatura de expressão portuguesa. Em todos os países do mundo e em todas unidades federativas celebra-se o início das atividades acadêmicas e literárias. A Academia, por ser a instituição maior no Estado do Acre, faz essa abertura.
“Consideramos, acima de tudo, o papel da língua portuguesa como veículo de comunicação, que leva à aceitação obrigatória de sua estrutura para a completa comunicação. O domínio do idioma pátrio faz parte de uma estrutura de poder a qual todos estão submetidos, obrigados. Por tudo, entendemos que devemos cultuar os bons escritores, guardar bem o idioma pátrio e nele traduzir o mundo que está dentro de cada um de nós”, explica Karlberg.
Na oportunidade, a autora lançará seu livro, que segundo ela, é uma obra iniciada antes mesmo de ser escrita, pois teve seu começo quando ela aprendeu a olhar e a sentir o mundo, sempre com a alma despida de outros sentimentos que não fosse o amor, a coragem, determinação, fé.
Segundo a autora a obra é uma homenagem ao amor, “esse sentimento que comanda a vida humana e desperta, em nós, os mais diferentes humores, tais como alegria, entusiasmo, melancolia, nostalgia, tristeza, esperança, fé, confiança, inquietação, paz, dor da partida, da saudade, do silêncio, da noite, do fogo, do vulcão, da solidão. É um livro que fala diretamente ao coração de homens e mulheres. É, ainda, um livro que interroga a vida, bem como a forma que, por vezes, as pessoas têm que remar contra ventos e marés para poderem por de pé um projeto de vida”.


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