“A política e a democracia são valores caros exercidos aqui na Câmara Municipal de Rio Branco, com ética, e levando em conta o interesse público. Espero que esses valores sejam cada vez mais consolidados, na busca por uma sociedade mais inclusiva e igualitária. Parabenizo os vereadores que passaram pela Câmara Municipal, construindo esses 55 anos de uma relevante história, os que escreveram juntos a Lei Orgânica do Munícipio de Rio Branco e os que continuam escrevendo essa história”, Essa foi a fala da prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, durante Sessão Solene, nesta quarta-feira (19), em comemoração aos 55 anos de criação da Câmara Municipal de Rio Branco.
A Sessão Solene proposta pelo vereador Mamed Dankar homenageou com Moção de Louvor os vereadores que promulgaram a Lei Orgânica de Rio Branco em 1990, bem como todos os ex-presidentes da casa. A prefeita citou os homens que fizeram parte desses 55 anos de história da Câmara como Raimundo Melo, Edmundo Pinto Sebastião Lustosa e Cosme Moraes. Socorro Neri ressaltou ainda a participação das mulheres que, segundo a gestora, “embora seja subrepresentada até hoje, revelou expoentes da política local e nacional: Mirian Paschoal, Iolanda Fleming, Giselia Nascimento silva, Naluh Maria Gouveia, Regina Lino, Nabiha Bestene, Perpétua Almeida, Marina Silva, Eliane Sinhasique, Aryanny Cadaxo, Alba Luiza Tomaz, Lene Oliveira, Elzinha Mendonça e outras valorosas mulheres”.
O vereador Mamed Dankar, lembrou emocionado do pai, ex-vereador Almir Dankar, que esteve na legislativa que promulgou a Lei Orgânica. Para Dankar, a atual legislatura é “muito comprometida com o desenvolvimento de Rio Branco”.
Rodrigo Forneck destacou que a sessão solene “valoriza a Câmara Municipal de Rio Branco em um momento onde as instituições estão desacreditadas”.
A ex-vereadora Nabiha Beste, falando em nome dos ex-vereadores que promulgaram a Lei Orgânica, ressaltou que “todos tinham muita responsabilidade com o que fazíamos em 1990”. E em nome dos ex-presidentes, o ex-vereador Arlindo Cunha lembrou que “sempre buscava inspiração e inteligência para interpretar a vontade da população”.


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