
O policial militar de Boca do Acre, Kennedy Domingos, e a sua mãe, Francilene Domingos, foram destaques na imprensa acreana, ao terem um fragmento de suas histórias de luta contra o câncer contado. Os dois foram tema da reportagem do AC24Horas, que entre outros assuntos, abordou a dificuldade do PM conseguir a medicação que pode salvar a sua vida.
A mãe de Kennedy, que é servidora pública da área da saúde, relata que a vida toda se dedicou a cuidar da saúde dos pacientes, e pouco se atentava para o seu próprio bem-estar, até descobrir a doença.
Mas a genitora contou à reportagem, que o que mais a abalou não foi a notícia da enfermidade que se abateu sobre ela, mas o fato de o filho ter sido diagnosticado com a mesma doença.Kennedy comentou sobre o primeiro tratamento, que segundo ele, não surtiu muito efeito, uma vez que a doença continua, e segundo ele, pode até já ter evoluído.
O policial militar colocou a culpa na morosidade do sistema público de saúde, pois segundo ele, são muitas idas e vindas sem muito resultado, com consultas e mais consultas, sem ter o tratamento efetivo.
O PM diz ainda que por conta do excesso de protocolo, ele está há dois meses com o tratamento quimioterápico suspenso, o que tem dados sinais de prejuízo à sua saúde, uma vez que, segundo relatou o policial, ultimamente passou a sentir mais dores de cabeça, na garganta, além de escarros de sangue.
O policial conta que descobriu recentemente um medicamente que pode salvar sua vida, que não está à disposição no Sistema Único de Saúde, e deve ser adquirido pelo valor de 19 mil reais, a dose. Para que o tratamento surta efeito, Kennedy precisa de pelo menos doses, que pode sair ao custo de 200 mil reais.Em Boca do Acre, os amigos e colegas de trabalho do policial, estão encampando uma campanha que pretende arrecadar o valor acima mencionado, para que Kennedy possa entrar em uma nova fase do tratamento, que poderá salvar sua vida.


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