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terça-feira, 7 de julho de 2026
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Policiais civis fazem mutirão de doação de sangue

O Hemoacre desde o início da semana tem recebido várias doações de sangue. Amigos, familiares e colegas de corporação do policial civil, Juscelino Queirós, têm se mobilizado para efetuar as doações. Ele ainda está se internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto-Socorro do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb).

Queirós foi vítima de três tiros enquanto tentava impedir um roubo. Na perseguição foi confundido como um dos assaltantes por um policial militar que também estava no local.

Com quadro está estável, ele está lúcido, fora do coma, os tubos foram retirados. “Ele ainda fala com dificuldades, mas já reconhece os familiares e tem apresentado melhoras”, comentou um tio do rapaz. O policial permanece na UTI devido à cirurgia feita para retirada dos projéteis.

Queirós, que já foi policial militar, integra o quadro da Polícia Civil desde 2014, tendo participado de diversos cursos e capacitações nesse período, e foi um dos instrutores de tiro e abordagem policial do Grupo de Treinamento Policial – GTP e coordenador do 3º Estágio Técnico Policial realizado pela instituição. O policial é um dos agentes de polícia civil formado em operações especiais, na unidade da Polícia Civil de Goiás.

As pessoas interessadas em ajudar com doação de sangue podem procurar o Hemoacre de Rio Branco, de segunda à sexta-feira das 07h às 17h30min, e doar em nome de Juscelino Oliveira Rodrigues de Queirós.

O secretário da Polícia Civil, Rêmullo Diniz, comentou que o agente ainda corre o risco de ter hemorragia.

“Tem uma evolução muito boa, está respirando sem o auxílio de aparelhos. Esperamos que seja transferido para o quarto o quanto antes. Pode ter uma hemorragia porque foram suturados órgãos, está fazendo drenagem no pulmão”, destacou.

Investigações

O secretário afirmou ainda que já foram solicitadas perícias no local e algumas pessoas foram ouvidas sobre o caso. A polícia também espera ouvir Queiróz sobre os fatos.

“Não tem condições de prestar depoimento ainda. O policial militar se apresentou, e estamos aguardando a perícia da arma e do local dos fatos”, complementou. (Com informações Agência Acre)