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segunda-feira, 6 de julho de 2026
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Número de pessoas desempregadas é de 27,6 milhões, aponta pesquisa do IBGE

Número de pessoas desempregadas é de 27,6 milhões, aponta pesquisa do IBGE

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estáticas (IBGE) na quinta-feira, 16, apontam que o Brasil possui 27,6 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho, o número de pessoas sem emprego subiu de (23,8%) para 24,6%, em relação ao mesmo período do ano passado.

No segundo trimestre de 2018, a chamada taxa de subutilização da força de trabalho, que inclui os desocupados, os subocupados por insuficiência de horas e a força de trabalho potencial, se manteve ficou estatisticamente estável em relação ao primeiro trimestre deste ano.

Os estados que apresentam os maiores taxas são; Piauí (40,6%), Maranhão (39,7%) e Bahia (39,7%) as menores taxas foram em Santa Catarina (10,9%), Rio Grande do Sul (15,2%) e Rondônia (15,5%).

Especificamente no caso de pessoas sem nenhum tipo de trabalho nos três últimos meses de 2018, as unidades da federação que registram os maiores índices foram: Amapá (21,3), Alagoas (17,3%), Pernambuco (16,9%), Sergipe (16,8%) e Bahia (16,5%).

Já os locais onde o números de pessoas desocupadas são menores foram os estados de Santa Catarina (6,5%), Mato Grosso do Sul (7,6%), Rio Grande do Sul (8,3%) e Mato Grosso (8,5%). No Brasil, a taxa de desocupação foi de 12,4%.

Diferente do resultado da pesquisa a nível nacional, o estado do Acre apresentou uma pequena redução em quase todos os âmbitos observados. A taxa de desocupação caiu de 14,9 no segundo trimestre de 2017 para 13, 5 no mesmo período de 2018, assim como o número de pessoas subocupadas passou de 6,3 em 217 para 5,2 no mesmo em relação ao mesmo período deste ano.

Outro ponto avaliado na pesquisa é de pessoas desalentadas, ou seja é aquela que estaria disponível para assumir a vaga caso conseguisse, mas estava fora da força de trabalho por não conseguir trabalho adequado, ou não tinha experiência ou qualificação, é considerado muito jovem ou idosa, ou ainda não havia trabalho na localidade em que residia.

Neste contexto a pesquisa aponta que no segundo trimestre de 2018 o número de desalentados chegou a 4,8 milhões de pessoas de 14 anos ou mais de idade, valor superior ao do 1º trimestre de 2018 (4,6 milhões) e do 2º trimestre de 2017 (4,0 milhões de pessoas). Esse foi o maior contingente de desalentados da série histórica da PNAD Contínua, que começou em 2012.