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domingo, 19 de julho de 2026
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Na tribuna da Câmara, Vanda Milani defende posse de armas

A deputada federal, Vanda Milani (SD), defendeu a posse de arma em discurso realizado esta quinta-feira, 27, na tribuna da Câmara dos Deputados. A parlamentar lembrou que, apesar da população brasileira ter se manifestado a favor do direito da compra de uma arma no referendo de 2005, o Estatuto do Desarmamento, na prática, fez com que a vontade popular expressa nas urnas não fosse cumprida.

“O desarmamento não deixa apenas a pessoa menos livre, como também menos segura”, disse a deputada. “Arma de fogo é, acima de tudo, legítimo instrumento de proteção e dissuasão em situação de risco potencial. Entretanto, atualmente no Brasil, apenas as pessoas de bem estão desarmadas”, assegurou.

Vanda Milani argumentou que armas são objetos inanimados. E restrição contra objetos inanimados nunca irá gerar civilização. “É a moralidade a primeira linha de defesa de uma sociedade contra comportamentos bárbaros que fazem uso errado do armamento”, garantiu.

Violência

Em seu pronunciamento, Milani salientou que os índices de violência no Brasil pioraram nos últimos anos, em detrimento da retirada de armas das mãos dos brasileiros. E fez questão de enfatizar que a arma impede que o mais fraco seja agredido pelo mais forte, nivelando lados e evitando que a condição física seja uma vantagem. “E a defesa pessoal é um legítimo direito do cidadão”.

De acordo com a parlamentar, a posse de armas não estimula atitudes violentas e age com eficácia na prevenção de crimes e assassinatos. Por fim, Milani destacou que a posse de arma é tema que deve ser analisado à luz de argumentos lúcidos, evitando, assim, ranços discriminatórios ou ideias preconcebidas.  (Com informações Assessoria)