Na semana do servidor, Dona Graça ensina que atendimento com amor acolhe vidas

É no prazer em ter contato com as pessoas e atender de modo humanizado que a servidora pública Maria das Graças Fidélis de Oliveira, 71 anos, lotada no Complexo Regulador da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), trabalha.

Com 37 anos devotados ao serviço público, Dona Graça, como é conhecida, acorda cedo para fazer suas orações e ir trabalhar. Evangélica há 20 anos, é membra da Igreja Internacional da Graça de Deus e tem o hábito de ir sempre ao culto, após ao trabalho, pois é próximo.

Dona Graça Fidélis tem 71 anos e 37 anos de serviços prestados à Sesacre Foto: Luana Lima/Sesacre

Mãe de quatro filhos, sendo três homens e uma mulher, explicou que todos estão formados e com suas famílias. Divorciada há muitos anos, dedicou-se totalmente à criação dos filhos e disse que valeu a pena ter deixado de priorizar sua vida, pelos filhos. Com satisfação e os olhos brilhando falou que tem sete netos e um bisneto.

Alegre, simpática e comunicativa, tem na equipe de trabalho uma família. Atualmente, auxilia na montagem e revisão de processos, tanto dos municípios, quanto dos que dão entrada diretamente no Complexo Regulador.

“Sempre auxilio as meninas na recepção, por gostar de interagir com as pessoas, ajudar e por conhecer os setores da Sesacre”, afirmou.

A servidora é natural de Rio Branco, possui o nível médio e já realizou outros trabalhos dentro da regulação. Na recepção foi onde ficou mais conhecida, mas se apaixonou mesmo pelo trabalho com a coordenação dos ônibus que faziam o transporte de pacientes para tratamento fora do estado.

“Sempre auxilio as meninas na recepção, por gostar de interagir com as pessoas”, afirmou Dona Graça Foto: Luana Lima/Sesacre

“Os acompanhantes sempre tinham muitas histórias para contar. Foi a melhor experiência que eu já vivi. Mesmo com os desafios na estrada, pude ajudar muitas pessoas”, contou.

A servidora conquistou muitos sonhos e objetivos por meio do seu trabalho. E logo estará se aposentando compulsoriamente. “Depois que me aposentar, quero continuar morando aqui mesmo e pretendo fazer atividades de lazer e esporte e conhecer amigos da minha idade, para compartilhar a vida”, evidenciou.

E como lição e prática de vida, ela aconselha: “Não existe nada melhor e mais recompensador do que tratar e atender as pessoas com amor. Dessa forma, acolhemos vidas”, finalizou.