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quinta-feira, 23 de julho de 2026
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MPF/AC realiza oficina sobre segurança e ética na internet

MPF/AC realiza oficina sobre segurança e ética na internet

Com o objetivo de Contribuir para o uso seguro, consciente e responsável da internet, promovendo a cidadania no mundo digital o Ministério Público Federal no Acre realizou nesta quarta-feira, 4, em Rio Branco, a oficina “Segurança, ética e cidadania na Internet: educando para boas escolhas online” o evento é destinado para educadores da rede pública de ensino. 

A atividade faz parte do projeto ‘Ministério Público pela Educação Digital nas Escolas, realizado pelo Ministério Público Federal (MPF) em parceria com a organização não governamental Safernet e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

A intenção é que os profissionais na área de educação sejam multiplicadores podendo assim, por meio do conhecimento adquirido na oficina desenvolver atividades pedagógicas acerca dos desafios para o uso seguro e cidadão da internet, abordando temas como ciberbullying, sexting, aliciamento, privacidade, canais de denúncia e uso excessivo da rede.

“Essa oficina tem objetivo de propiciar o uso seguro, saudável e sustentável da internet das crianças e adolescentes utilizando-se de multiplicadores os gestores da educação básica da rede municipal, estadual e federal pública e privada do Acre. A intenção com apoio Safernet, é transmitir conhecimento a esses gestores, para que eles multipliquem aos alunos o uso preventivo de praticas nocivas e até mesmo criminosas” disse o Procurador do MPF no Acre Marcio Garcia.

Segundo dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI) cerca de 23 milhões de crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos são usuários de Internet no País, o que corresponde a 79% da população brasileira que está nessa faixa etária.

“A internet se universalizou, todo mundo usa internet. Paralelo ao bom uso da internet, cresce também o mau uso, o uso criminoso. Para que nós não trabalhamos só reprimindo o que já aconteceu, estamos trabalhando preventivamente usando estrategicamente os educadores que são quem convivem mais tempo com as crianças. Hoje ele vão sair daqui com ferramentas para que possa orientar essas crianças” Comenta o Procurador.

Em sua primeira etapa, o projeto esteve na Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. A segunda etapa do projeto iniciada em outubro de 2016 contemplará outros 15 estados da federação. “Faltam agora só quatro capitais, até o final do ano vai ser concluído, depois talvez o projeto venha seguir para todos cidades além das capitais” comenta Garcia.