Parte dos motoristas da Uber no Brasil resolveram aderir ao movimento iniciado nos Estados Unidos e fizeram uma greve nesta quarta-feira, dia 8. Entidades, associações e condutores independentes recomendaram que quem está incomodado com a empresa ficassem o dia todo com a plataforma desligada.
A intenção era pressionar para que o motorista ganhe mais, em meio à abertura de capital da Uber na Bolsa de Valores – a empresa deve fazer seu bilionário IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial) até o fim desta semana.
No Acre, a cooperativa de motoristas de aplicativos reuniu alguns trabalhadores em frente a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) para protestar contra a Uber. O presidente da cooperativa, Rodrigo Vale salientou que às vezes a Uber pega até 30% do valor de cada corrida.
“Isso tem deixado a gente frustrado, o preço da gasolina tá alto as ruas estão esburacadas e do que ganhamos para sanar eventuais prejuízos fica bem pouco”, comentou.
A greve toma como base a abertura de capital da Uber, mas a orientação é que todos os aplicativos sejam desligados pelos condutores, já que os motoristas acreditam que há uma defasagem na tarifa em todos. Ou seja, 99, Cabify e outros também podem ser afetados.


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