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sexta-feira, 26 de junho de 2026
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Ministério da Saúde divulga estados com mais casos de Mpox após o Carnaval; São Paulo lidera notificações

Depois do Carnaval, o Ministério da Saúde divulgou os estados com mais casos de Mpox no Brasil. Até o momento, o país soma 62 confirmações da doença, distribuídas por diferentes regiões. Apesar do alerta, o cenário atual não apresenta registros de quadros graves ou mortes em território nacional.

A concentração das notificações é liderada pela região Sudeste. São Paulo aparece no topo da lista com 44 ocorrências, seguido pelo Rio de Janeiro, com 9 registros. O estado de Rondônia ocupa a terceira posição, com 4 casos confirmados.

Estados com mais casos de Mpox no Brasil

  • São Paulo: 44
  • Rio de Janeiro: 9
  • Rondônia: 4
  • Bahia: 2
  • Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Distrito Federal: 1 caso cada
  • Além dos confirmados, o país monitora 180 notificações suspeitas. Destas, 57 já foram descartadas, mas o estado de São Paulo ainda aguarda o resultado de mais de 70 exames em análise.

    Vigilância e atendimento no SUS

    O Ministério da Saúde reforçou que mantém monitoramento contínuo e que o Sistema Único de Saúde (SUS) está capacitado para identificar precocemente novos episódios. O objetivo principal é isolar os pacientes rapidamente para conter a cadeia de transmissão do vírus.

    Apesar do aumento nas notificações, o país não registra mortes ou casos de internações graves relacionados à doença.

    O que você precisa saber sobre a Mpox

    Conforme informações do Ministério da Saúde, a Mpox é uma doença viral transmitida principalmente pelo contato íntimo ou direto com a pele de pessoas infectadas (especialmente quando há lesões) ou pelo compartilhamento de objetos pessoais, como roupas e toalhas.

    Sinais e sintomas:

  • Febre e dor de cabeça;
  • Dores musculares e fraqueza;
  • Lesões na pele: bolhas ou erupções que costumam começar no rosto e podem se espalhar pelo corpo.
  • Além das 62 confirmações, as autoridades de saúde investigam mais de 120 notificações suspeitas que aguardam exames laboratoriais.

    Importante: embora não existam óbitos registrados no Brasil atualmente, a doença pode ser perigosa. Em cenários críticos e sem o devido acompanhamento, a taxa de letalidade pode chegar a 10%.

    Tratamento e prevenção

    Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, ainda não existe um medicamento específico para a Mpox. Por isso, o tratamento no SUS foca no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações. Quem receber o diagnóstico deve permanecer em isolamento total até que as feridas cicatrizem completamente, o que pode levar de duas a quatro semanas.

    Com informações NDMais