Os números são alarmantes e preocupantes. Infelizmente o diagnóstico aponta que a quantidade de casos da doença no Acre teve aumento de 231,4% em comparação com o mesmo período de 2018.
A incidência de dengue no Estado é de 422,8 casos para cada 100 mil habitantes. Apesar do número assustador, o Acre não registrou mortes em decorrência da doença este ano.
O avanço dos casos já foi destaque mais de uma vez neste matutino. E não é por falta de ação do poder público, ao contrário. Um dos grandes desafios do combate ao mosquito transmissor dengue, Zika e Chikungunya é a conscientização da população. Cada um precisa fazer a sua parte.
Afinal, acabando ou reduzindo com o mosquito, vai automaticamente diminuir a quantidade de pessoas vítimas de doenças e mortes. Mas, como fazer se as pessoas insistem em deixar caixas d´àgua abertas ou objetos que acumulam água, principalmente nessa época de chuvas, mesmo que sejam aqueles vasinhos de plantas?
O poder público pode gastar milhões em operações para limpar as cidades de norte a sul, fazer ações endêmicas como visitas de casa em casa, que já são realizadas, borrifações, campanhas publicitárias de conscientização, de nada vai adiantar. Se dentro de seus quintais as pessoas não tomarem alguns cuidados, a tendência é que a dengue, Zika e Chikungunya continue a fazer vítimas no Acre e no Brasil.


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