Leila Galvão fala da fragilidade na fronteira e alerta autoridades

A deputada Leila Galvão (PT) comentou na sessão desta terça-feira (4), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), as audiências públicas realizadas em Assis Brasil e Brasileia na última semana. Falando especificamente de Assis Brasil, ela disse que é necessária uma atenção maior das forças de Segurança, isso porque o município encontra-se em uma região fronteiriça.

“O município de Assis Brasil apresenta vulnerabilidade por ser um município de fronteira, é uma passagem do narcotráfico, precisamos das forças de Segurança e instituições mais unidas para garantir a segurança daquela população da forma que ela merece”, disse a deputada acreana.

Leila Galvão foi enfática ao relatar problemas nas câmeras de monitoramento que auxiliam o trabalho das polícias no combate ao crime. “Após a audiência pública, nós fizemos visitas lá e constatamos que as câmeras de vídeomonitoramento estão apresentando problemas. É um instrumento elementar para os policiais. O Sistema de Informação Central está apresentando defeito. Estou apresentando uma indicação à Secretaria de Segurança para que verifique junto à empresa esse problema, porque não está tendo o resultado que a população de Assis Brasil merece e os policiais precisam. Espero que a empresa veja esse problema e que esse sistema funcione com excelência, proporcionando uma condição melhor para os profissionais de Segurança”, frisa.

Falando ainda sobre as audiências públicas, Leila agradeceu ao presidente Ney Amorim (PT) por possibilitar às Comissões se deslocarem para o interior no intuito de ouvir a população acreana. Ela salientou que isso aproxima o Parlamento acreano das comunidades.

“Gostaria de reconhecer o esforço de vossa excelência, deputado Ney Amorim, de poder estar atendendo as demandas da sociedade e as Comissões possam estar mais próximas da população. E nós, enquanto parlamentares, possamos ouvir e fazer os encaminhamentos. O Poder Legislativo não tem a competência de resolver, mas de fazer os devidos encaminhamentos”, pontua.