Disputando a reeleição como senador pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Jorge Viana defende temas importantes para o desenvolvimento do Acre e do Brasil, como segurança pública, educação, esporte, geração de emprego e cultura.
Quando governador, Jorge Viana enfrentou o crime organizado no Acre. Atualmente, o senador defende a reforma do Código Penal Brasileiro e a integração e união entre as instituições de segurança para conter a criminalidade.
“O Código está ultrapassado. As leis, que foram aprovadas ao longo dos anos, criaram um sistema cheio de distorções e ineficiência”, frisou Jorge.
As reformas política e tributária também estão entre as metas para o seu segundo mandato que defende ainda, a redução de impostos, o incentivo e o fomento ao empreendedorismo.
“Com a minha experiência, tudo o que quero é ajudar nosso Acre e o Brasil. Eu sigo na política pois acredito que posso contribuir muito para superar esses tempos de crise que estamos vivendo”, observa.
Como legado para a segurança pública, Viana priorizou investimentos nos municípios. Isso possibilitou, à época, o reaparelhamento das polícias, contratação e capacitação de profissionais da área, reestruturação de delegacias e distritos policiais em Rio Branco e no interior.
A criação de distritos policiais em Rio Branco, assim como a implementação das delegacias da Mulher (Deam), do Adolescente Infrator e a consolidação do primeiro presídio de segurança máxima, são marcas consolidadas de sua gestão.
“Tem gente que fica brincando de fazer política. Nós vamos combater a violência com leis mais duras, com empregos e políticas públicas de incentivo à cultura, esporte e educação. Vamos abraçar a juventude”, declarou o candidato em entrevista para uma emissora de televisão local.
A chapa da Frente Popular do Acre (FPA), União e Inovação, registrou seu Plano de Governo no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O documento, que agrega as propostas para os próximos quatro anos, prioriza a pauta da segurança pública. Por meio de políticas públicas efetivas, o Estado quer fomentar o bom relacionamento do profissional da segurança pública com a comunidade ampliando e viabilizando mais formação e capacitação, além de trabalhar no fortalecimento da fiscalização das áreas de fronteira com a ampliação de empregos de novas tecnologias e recursos de inteligência que resultem em maior controle das unidades prisionais e socioeducativas.


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