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sexta-feira, 26 de junho de 2026
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Governo lança campanha Sinal Vermelho contra a violência doméstica

Na Semana da Mulher, o governo do Acre, por meio da promulgação da Lei Estadual n 2736, de 25 de maio de 2021, instituiu o Programa de Cooperação e o Código Sinal Vermelho no Estado, visando o combate e a prevenção à violência doméstica. O evento de lançamento da campanha ocorreu na microcervejaria Seringal Bier, na terça-feira, 8.

A ideia central é que a mulher consiga pedir ajuda em farmácias, órgãos públicos e agências bancárias com um sinal vermelho desenhado na palma da mão.

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) firmou parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social, Direitos Humanos e de políticas para as mulheres (SEASDHM), bem como com o Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC), através de celebração de Termo de Cooperação Técnica, para promoção de capacitação de funcionários de restaurantes, bares, hotéis, farmácias e afins, no sentido de instruí-los no proceder de ajuda e acolhimento às vítimas.

“A campanha Sinal Vermelho tem um papel importante no combate à violência contra a mulher, violência esta que é motivo de um olhar especial do governo no sentido de reduzir os tristes indicadores. É importante envolver a iniciativa privada e os demais poderes que integram o Sistema de Justiça Criminal”, reforçou o secretário de Justiça e Segurança Pública, Paulo César.

O sinal “X” feito com batom vermelho (ou qualquer outro material) na palma da mão ou em um pedaço de papel, o que for mais fácil, permitirá que a pessoa que atende reconheça que aquela mulher foi vítima de violência doméstica e, assim, promova o acionamento da Polícia Militar.

“O governo do Estado, por meio do programa do Acre Pela Vida, e todos os parceiros envolvidos, uniram esforços para promover a capacitação de atendentes, balconistas, farmacêuticos, cartorários e afins, por meio de vídeos com o objetivo de auxiliá-los quanto à forma de agir em caso de pedido de ajuda de mulheres nesses estabelecimentos”, explica Claire Cameli, diretora de Políticas para as Mulheres. (Ravenna Nogueira / Secom)