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sexta-feira, 26 de junho de 2026
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Gasolina sobe pela terceira semana seguida e chega a R$7,27 o litro

O preço da gasolina voltou a subir pela segunda semana consecutiva, e chegou ao valor médio de R$7,270 por litro, o maior já registrado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Os dados foram coletados pela ANP na semana entre 17 e 23 de abril, e apresenta informações a nível nacional. Entre elas, os valores mais altos e mais baixos praticados no preço do combustível no Brasil, sendo que o mais caro foi R$ 8,559 e o mais barato R$ 6,190. Já entre as regiões do país, a que teve o menor preço médio foi o Sul, com R$ 7,109, e o maior foi registrado no Centro-Oeste, marcando R$ 7,440.

Vale lembrar que os aumentos começaram a ser mais expressivos em março de 2021, quando passou da marca de R$5, enquanto em setembro do mesmo ano o valor atingiu R$ 6,078.

A alta dos preços se dá por conta das alterações feitas na precificação dos combustíveis. A política de Preço de Paridade Internacional (PPI) da Petrobras foi alterada em outubro de 2016, fazendo com que quaisquer derivados do petróleo sejam calculados com base nas variações no mercado internacional, o que resultou no grande aumento, devido à disparada do preço do dólar e do barril de petróleo.

Nas redes sociais a população já manifesta seu descontentamento com o novo aumento, pela terceira semana consecutiva. Um dos internautas disse eu seu perfil no twitter “Eu não aguento mais ver aumento no combustível”, enquanto outros revelaram que o impacto foi maior ainda, tendo pesado na escolha de trocar de veículo. 

“A melhor escolha que eu fiz foi ter optado por um carro com motor três cilindros, ainda fiquei tentado a pegar um prisma Ltz automático, pelo fato de estar no mesmo valor do meu carro, mas visei o aumento e é isso, vamos lá para mais um aumento do combustível”, disse outro internauta.

O Jornal Opinião tentou entrar em contato com o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Gás Liquefeito de Petróleo e Lubrificantes do Estado do Acre (SINPEDAC), mas não obteve retorno.