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quarta-feira, 1 de julho de 2026
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Estudantes fazem protesto por segurança em linhas de ônibus

Com cartazes, os estudantes acadêmicos protestaram contra a falta de segurança nas linhas de ônibus que atendem os estudantes universitários de Rio Branco. O ato ocorreu, nesta segunda-feira, 18, no Terminal de Integração da Universidade Federal do Acre (Ufac).

Além disso, reclamaram da falta de iluminação nas vias públicas e paradas de ônibus, além dos constantes arrastões que, segundo eles, têm acontecido nos veículos.

O presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Richard Brilhante, afirmou que o ato busca ainda pedir mais ônibus na linha Ifac/Universidades, que atende os estudantes, além da oferta de uma linha que faça a ligação entre os bairros da regional do Calafate ao Terminal de Integração da Ufac.

O grupo também pede plantões da guarda municipal e da Polícia Militar nos terminais de integração.

“Hoje a pauta principal é a segurança do transporte público, mas estamos também pedindo o aumento da frota da linha que atende os estudantes. A gente está abandonado, na semana passada tivemos três assaltos e queremos que o poder público tome uma postura com relação a isso. Nós já procuramos todas as representações. Celulares, livros, notebooks, tudo isso é perdido toda semana dentro dos ônibus”, reclamou Brilhante.

A estudante de filosofia Kauana Brito também reclamou da falta de segurança nos coletivos. “Nossa principal reivindicação é a segurança e de iluminação nas ruas. Todos os estudantes são afetados por esses diversos fatores. Conheço quem foi assaltado e eu mesmo já fui assaltada na parada de ônibus”, lamentou.

Welton Bonaparte é estudante de jornalismo da Ufac e afirmou que a falta de segurança prejudica não só os acadêmicos, mas toda a sociedade.

“Rotineiramente a gente vê assaltos, arrastões, principalmente nas linhas da universidade, onde os marginais veem o estudante como alguém vulnerável. A gente vem aqui para pedir mais segurança nos ônibus, mais qualidade. O estudante está chamando o poder público, os responsáveis pela segurança do estado, para discutir uma solução”, concluiu. (Com informações G1/AC)