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domingo, 9 de agosto de 2026
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Equipe do governo estuda medidas para diminuir impacto na economia devido covid-19


MARCELA JANSEN


A situação financeira dos comerciantes locais também foi um dos temas tratados pelo governador Gladson Cameli (Progressista) durante a coletiva on-line realizada na manhã de segunda-feira, 23.


O governador anunciou que nos próximos dias deve apresentar medidas emergenciais que possam socorrer o setor comercial. Dentre as propostas estão a intermediação junto às instituições financeiras para ampliar linhas de créditos para a iniciativa privada; a suspensão de corte de água e de energia; prorrogação de licenças ambientais, dentre outras.


“Nós não estamos parados. Estamos trabalhando nos bastidores para que possamos socorrer nossos comerciantes e empresários. Nos próximos dias, vamos anunciar medidas que possam amenizar o impacto negativo na nossa economia”, disse Gladson.


A principal aposta para tentar diminuir o prejuízo econômico é a liberação da construção civil, que é o maior empregador acreano ao lado do comércio e do poder público.


Comitê Econômico Tributário
De acordo com o chefe da Casa Civil, Ribamar Trindade, o governo do Estado criou um Comitê Econômico Tributário para analisar o impacto das medidas econômicas que estão sendo adotadas. “Estamos ouvindo as demandas das federações. Está é uma semana decisiva, estamos agindo para que o pior não aconteça. Todas as medidas do decreto serão readequadas de acordo com a evolução da doença. Todos nós temos a obrigação de combater esse mal”, disse o governador.


Outro grupo foi formado para uma força-tarefa de realizar o levantamento de todas as obras paradas e fase de contratação. O Comitê de Infraestrutura e Obras Públicas será responsável por esse levantamento. “O governo está trabalhando para aquecer a economia, mas também dependemos das definições do governo federal”, reforçou o secretário da Casa Civil.


Combate ao coronavírus no Acre
Dentre as medidas tomadas pelo governo para conter a propagação do covid-19 no Estado, Cameli proibiu, por meio de Decreto, atividades em feiras livres, shopping, cinemas, clubes de recreação, buffet, academias, bares, restaurantes, lanchonetes, sorveterias, boates, teatros, casas de espetáculos, casas de shows, centros culturais e até clínicas de estética.


Ficou de fora do decreto os estabelecimentos médicos, hospitalares, laboratórios de análises clínicas, farmacêuticos, farmácias de manipulação, psicológicos, clínicas de fisioterapia e vacinação humana, além dos serviços de delivery de alimentação e medicamentos.


Os estabelecimentos que vendem produtos de primeira necessidade como distribuidoras, revendedoras ou indústrias de alimentos, medicamentos, produtos de limpeza e higiene, água, gás, postos de combustíveis, padarias, conveniências, supermercados, mercadinhos, minibox e congêneres não foram atingidos pelo Decreto.