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quarta-feira, 22 de julho de 2026
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Emenda do deputado Jenilson Leite gera polêmica em sessão e é aprovada



Na sessão online de quarta-feira, 3, da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) o deputado Jenilson Leite teve aprovação da sua emenda que constitui em diminuir os custos na criação do Instituto de Saúde do Acre. O Projeto de Lei prevê a criação de três cargos de secretários executivos, na qual recebem 90% do valor do secretário de estado.


Em explicação o deputado esclareceu que o Instituto de Saúde terá como objetivo auxiliar em 40% as suas unidades de saúde Sesacre, exceto o Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb).


O salário será limitado a 70% do valor do secretário estadual. O deputado afirma que há necessidade em diminuir os custos, comentou que o outro elemento é a estrutura paralela, consumindo dinheiro do estado, o recurso que poderia ser investido, acaba sendo retido para a estrutura do Instituto e da Sesacre. “Teremos custo mais elevados, será mais dinheiro para ser investido, o nosso posicionamento contra é por isso.”


“A nossa emenda é um elemento dentro de todo processo, mas ela não é a razão principal da nossa divergência em relação ao modelo do instituto. A nossa divergência e nosso posicionamento contra o instituto é pela própria questão de modelo, eu penso que nós precisávamos acreditar desde o ponto de vista da gestão mais pela administração direta”, disse.


Os serviços de saúde prestados pelo Instituto de Gestão de Saúde do Acre deverão ser (SUS) organizados em conformidade com as diretrizes e normas do Sistema Único de Saúde “Dessa maneira a gente vai estar fortalecendo esse sistema que a cada dia que a cada ano que passa ele vem sendo mais fragilizado que é o SUS.E que é o sistema que acaba por privilegiar todos, o rico e o pobre, a caminhada para a terceirização e privatização da saúde, ela começa assim, essa caminhada na medida que vai evoluindo ela vai se distanciando daqueles que na porta de um SUS são recebidos da mesma maneira.”


Gerlen Diniz (PP) se posicionou totalmente contra, quando o deputado Jenilson esclareceu que Instituto não irá auxiliar a HUERB. Diniz quis contatar parlamentares para votar, pessoas que não estavam na plataforma online e nem participando da sessão. Indo contra o regimento.