Quem mora em Rio Branco, capital do Acre, tem se deparado com altas temperaturas, baixa umidades e fumaça, derivadas das queimadas. Para agravar ainda mais o período de seca, a cidade não registra chuvas há 44 dias.

A última chuva foi registrada em 29 de junho. O fenômeno tem impactado diretamente no nível do Rio Acre, que nesta quinta-feira, 12, registrou a cota de 1,57 metros. Segundo o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Cláudio Falcão, a situação implica no agravamento da crise hídrica.
“Nós estamos com o rio com o nível baixo, represas secas e postes secos. E a tendência é que passemos muito mais dias sem chuva. Isso vai fazer com que diminua ainda mais o nível dos rios e seque as represas que ainda não secaram”, alertou o militar.
Queimadas
A seca severa e ausência de chuvas propiciam as queimadas, que neste ano de 2021 estão disparadas em Rio Branco.
“Nós tivemos um aumento de queimadas urbanas e rurais em Rio Branco. Estamos vivendo um momento crítico, que se estende pelos meses de setembro e outubro”, observa Falcão.


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