Janeiro Branco
Estamos na segunda quinzena do mês de janeiro e para quem não sabe, assim como em outros meses do ano, uma cor foi escolhida para representar uma causa ligada a saúde. Portanto, depois do setembro amarelo, o outubro rosa, o novembro azul, temos o janeiro branco.
A cor, que representa a paz, não poderia ter sido a melhor para representar as doenças mentais, pois a paz é imprescindível para termos boa saúde desta parte tão importante do nosso corpo e da nossa vida, o cérebro e as emoções.
O estresse, a predisposição, a alimentação, e tantas outras coisas são fatores que possibilitam o surgimento de doenças como a depressão, a síndrome do pânico e outras que seguem neste viés.
Doenças silenciosas, muitas vezes desacreditadas por quem não as vive e que trazem tanto sofrimento na alma de quem as carrega. Por isso, antes de julgar alguém que diz não estar bem em virtude destes males, pare e pense, poderia ser você. Ninguém está imune a elas e a empatia pode não ser a cura, mas é um santo remédio para quem sofre deste mal.
Boa semana!

Qual o valor de uma amizade?
Pergunto a você amigo leitor ou leitora: Qual o valor? Dizem que amizade não tem preço, mas eu afirmo, elas não têm nem preço, mas tem muito valor. As amizades tornam a vida menos pesada, ajuda na qualidade do envelhecimento, colaboram com nossa saúde mental e fazem a vida bem melhor e bem mais divertida. Seja de perto ou de longe, sempre é bom cultivá-las. Porque amizade verdadeira a gente não encontra toda hora. Elas são como plantas, se você regar elas sobrevivem por mais tempo.

Tamanho é documento?!
Você sabia que o coração de uma mulher é cerca de 25% menor do que o coração de um homem?! E este fato reduz a capacidade de bombear pelo corpo o sangue que leva oxigênio, que é extremamente necessário para os músculos?! Por isso é mais fácil para os homens correrem mais rápido e mais tempo que as mulheres.
Lesões
As lesões também estão mais presentes na vida da mulher que dos homens. Tudo porque nós temos menor quantidade de massa muscular e ossos mais frágeis. Este pela perda do estrogênio, que acontece quando entramos na menopausa.
Além disso, mulheres apresentam estrutura pélvica mais larga, o que modifica o posicionamento dos quadris em relação aos homens e esta diferença gera mais estresse na parte inferior do corpo feminino. Gerando mais possibilidade de lesões nos joelhos, pernas e pés.
Mas calma lá, isso não significa dizer que qualquer homem vai correr melhor que qualquer mulher. Existem outros fatores como preparo e resistência que fazem diferença quando colocados nessa balança.

Comer sem culpa
Como anda a sua relação com a comida? Você é daquelas pessoas que come até se empanturrar e depois fica morrendo de dor na consciência e se remoendo de culpa ou você é das pessoas, as que comem com prazer, mas que fazem dentro do limite que estipularam para si?
Comer jamais deve ser encarado como algo pesado, seja dieta ou não. É preciso saber apreciar uma boa comida, fazendo do momento da refeição um momento único, de autoconhecimento e de relacionamento saudável com seu corpo e suas emoções.

Mindful eating
É exatamente isto que propõe o mindful eating. Técnica originaria do mindfulness (espécie de meditação) aplicada as refeições.
Um estudo realizado na Universidade de Michigan, nos EUA, mostrou que exercitar a atenção plena enquanto você se alimenta permite você desenvolver um controle emocional maior em relação a comida. Já que muitos a utilizam como válvula de escape para tensões e frustrações.
A proposta da técnica consiste em sair do piloto automático e prestar atenção no momento da refeição, desta forma determinadas áreas do nosso cérebro são responsáveis por modular o estresse são ativadas e nos impedem de comer além do necessário para satisfazer nosso organismo.
Quatro passos para tornar o mindful eating um hábito e comer com controle e prazer
1 – Dê um tempo – Nada de devorar a comida com pressa. Nem de ficar no celular sem prestar a menor atenção o que você coloca na boca. A sua refeição merece uma pausa livre de distrações.
2 – Entenda os sinais – Dê uma nota a sua fome. Assim você presta atenção ao tipo de alimento que coloca na boca e a quantidade que coloca no prato. Isso ajuda você a consumir apenas o necessário para se sentir satisfeita

3 – Aprecie os alimentos – Os detalhes fazem a diferença. Uma boa apresentação e aromas diferentes despertam o cérebro e ajudam no processo de saciedade.
4 – Saia do automático – Mastigue bem os alimentos, mais de dez vezes é o que recomendam especialistas.
Ajude a acabar com a dengue
Entra ano e sai ano e a gente sempre está batendo na mesma tecla, mas as coisas não avançam. Novembro começam as chuvas e com ela aumentam os casos de dengue. Em janeiro eles disparam e os órgãos públicos começam a campanha de conscientização sobre a dengue e sua “irmã” chikungunya. Porque será que é tão difícil mudar essa realidade? Falta que nós, população, façamos a nossa parte e cuidemos pelo menos do nosso espaço para que larvas do mosquito transmissor destas doenças não se proliferem. Vamos lá, então?!







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