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segunda-feira, 3 de agosto de 2026
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Distribuição de água permanece intermitente até quarta (13/3)

A partir do volume gerado pelas duas estações de tratamento de água, o sistema de distribuição da capital opera nesta segunda-feira (11) com apenas 82% da capacidade máxima. A população sofre com interrupções no fornecimento desde a subida repentina do nível do Rio Acre, em fevereiro deste ano.

Com o risco de desabastecimento, a prefeitura entrou em estado permanente de atenção para evitar o problema. Mas, ainda assim, a situação se arrasta há mais de 20 dias. Nesse período, a cheia ocasionou a obstrução de canos e acidentes com balseiros, que chegaram a virar de ponta-cabeça a balsa que sustentava as bombas de sucção.

A manutenção na ETA 1 restabeleceu completamente a produção de 600 litros por segundo. No entanto, a ETA 2 ainda apresenta desafios após a ruptura de uma peça. Como os motores de captação pesam até duas toneladas, os reparos exigem o uso de máquinas pesadas e mais tempo para a conclusão.

Além disso, o acesso ao terreno é dificultado pela lama deixada após a vazão do manancial, que acaba de sair a cota de alerta.

O Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb) e a Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco (Emurb) fizeram uma força-tarefa, com mais de 40 servidores, para limpar a área e recuperar o flutuante que virou na semana passada.

“A previsão é que o serviço normalize até quarta-feira [dia 13/3]”, avalia o diretor-presidente do Saerb, Enoque Pereira. Até lá, a distribuição de água deve oscilar em pelo menos 60% da cidade. Hoje, a ETA 2 atende mais de 226 mil pessoas.