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segunda-feira, 15 de junho de 2026
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Defesa Civil de Boca do Acre está em alerta sobre as consequências da cheia do rio Acre

A capital acreana foi surpreendida com uma aguaceiro recorde em 2023, que fez o nível do rio Acre e igarapés se elevarem ao transbordo, afetando mais de 30 mil pessoas. Com a notícia de mais chuva e também de aumento no volume das águas de outros rios que afetam diretamente Boca do Acre, conversamos com o secretário municipal de Defesa Civil, e o assunto principal foi sobre as consequências da cheias do estado vizinho para o município.

Noronha afirmou que está monitorando as informações e atendo para qualquer reação à catástrofe ambiental que afeta o Acre. “Estamos em constante monitoramento das cabeceiras dos rios que margeiam Boca do Acre, desde as cabeceiras”, disse o secretário.

Segundo o secretário, as informações que chegam até o momento despertam preocupação, uma vez que as notícias que chegam das cabeceiras de ambos os rios, é de subida das águas. “As notícias até hoje só são de elevação de ambos os rios”, informou.

Jones não descartou a possibilidade de transbordamento dos rios que banham Boca do Acre. “Nossa preocupação maior é o rio Purus, onde há uma concentração de volume de água maior, portanto se nos próximos dias houver ocorrência constante de chuvas para o alto Purus, e a elevação do rio for constante, e juntando com a cheia que hora atinge toda bacia do rio Acre, em maior intensidade na capital Rio Branco, pode acarretar o transbordo em nosso município”, analisou Noronha.

“Se a caso o cenário não seja esse, a probabilidade de ocorrer uma cheia em Boca do Acre é bem menor. Portanto, vamos pedir a Deus que as chuvas diminuam nos próximos dias e que o rio Purus diminua a intensidade de sua elevação para que não ocorra nenhum sinistro”, rematou o secretário.