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segunda-feira, 6 de julho de 2026
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Declaração polêmica de candidato a verador sobre assistencialismo agita debate eleitoral em Boca do Acre

Luciano Tana, do União Brasil, afirma que assistencialismo é essencial para campanhas; Bruna Chiarelli, do Avante, critica e sugere que fala incentiva compra de votos

O debate eleitoral realizado na noite de ontem, transmitido ao vivo pela Rádio Jovem Hits no YouTube e pelo perfil Pânico na City no Instagram, trouxe à tona uma polêmica que agitou a disputa para o cargo de vereador em Boca do Acre. A declaração controversa do candidato Luciano Tana, do União Brasil, gerou forte repercussão e divide opiniões na comunidade.

Durante o debate, Luciano Tana afirmou: “Você tem que entender, que para ser candidato a vereador na Boca do Acre, tem que trabalhar a questão do assistencialismo, senão não vai pra frente.” A fala foi interpretada por muitos como uma defesa explícita do assistencialismo como estratégia central de campanha.

Bruna Chiarelli, candidata pelo Avante, não hesitou em responder e interpretou a declaração de Luciano como um incentivo à compra de votos. “O que eu entendi é que para fazer uma campanha, é preciso comprar as pessoas. A minha campanha é limpa e honesta”, disparou Bruna, evidenciando a diferença de posturas entre os candidatos.

Luciano Tana estava representando sua própria candidatura, mas também serviu como uma extensão da voz do candidato a prefeito Edygley Melo, ambos do União Brasil. A defesa do assistencialismo por parte de Luciano reflete, para alguns, uma prática comum em campanhas eleitorais na região, onde ações como distribuição de cestas básicas e outros benefícios diretos aos eleitores são vistas como formas de conquistar apoio.

Por outro lado, Bruna Chiarelli, que também estava falando em nome de sua própria candidatura e representando o candidato a prefeito Frank Barros, adotou uma postura crítica, buscando se posicionar como uma alternativa à velha política. Ela destacou que sua campanha se baseia na honestidade e transparência, sem recorrer ao assistencialismo, que ela sugere ser uma forma disfarçada de corrupção eleitoral.

O debate continuou com trocas de farpas entre os candidatos, mas a questão do assistencialismo, levantada por Luciano, certamente marcou a noite e promete ser um tema central nas próximas semanas de campanha.