Só no Acre, mais de 15% dos acreanos viviam com menos de US$ 1,90 (cerca de R$ 4,70) ao dia em 2018, e outros 25% sobreviveram com menos de US$ 5,55 (R$ 22,58) ao dia no Estado no ano passado. Para o Banco Mundial, estão na extrema pobreza as pessoas que tem renda de até R$ 145 ao mês.
O contingente de pobres e extremamente pobres no Estado do Acre perde para poucos Estados, a começar pelo Maranhão, que lidera o ranking da miséria no País.
Recordes de pessoas em situação de extrema pobreza e dos índices de desigualdade. Estes são os resultados de quatro anos seguidos de crise econômica no Brasil, apontados em um estudo divulgado nesta quarta-feira, 6, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2018, chegou a 13,5 milhões o número de brasileiros vivendo abaixo da linha da extrema pobreza – 4,5 milhões a mais que em 2014, quando o país vivia sob os patamares mais baixos de desemprego. É o maior contingente de pessoas nesta condição na série histórica do estudo, iniciada em 2012.
Em 2012, eram 11,3 milhões de brasileiros em extrema pobreza. Até 2014, ano em que o contingente de extremamente pobres chegou a seu menor número no passado recente, 2,3 milhões de pessoas saíram desta condição. Desde então, este contingente cresceu ano a ano e chegou a 2018 representando 6,5% de toda a população do país. (Com informações G1)


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