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sexta-feira, 26 de junho de 2026
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Com o preço do gás de cozinha chegando a R$135, a população está descontente

Diversos derivados do petróleo têm tido uma enorme alta nos últimos tempos, seja por conta do alto valor do dólar em relação à moeda nacional, seja por conta da guerra entre Rússia e Ucrânia, que fez o preço do barril de petróleo disparar e ultrapassar os 110 dólares.

Com o gás de cozinha não foi diferente, e nos últimos dias o preço vem subindo cada vez mais, chegando a marca de R$160 em certos locais do Brasil, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), na sexta-feira, enquanto isso, a média nacional é de R$112,54, o que equivale a uma alta de 35% em relação ao preço mediano a um ano, que era de R$83,11.

No Acre, o preço do gás de cozinha já chegou a R$135, tendo um custo médio de R$128,35. Devido a isso, apontamentos e reclamações como a de Eduardo Pitt, professor de filosofia da UFAC, começam a surgir.

“A gente fica à mercê do governo, que apoia o estado mínimo, e quem precisa de assistência não recebe, não tem condição (…) imagina quem vive com um salário mínimo? É complicado.”, comentou Eduardo.

Outro que falou sobre o assunto, foi o idoso Manoel Luiz, ex-professor de história de 61 anos, afirmou que grande parte da culpa é dos políticos, e quem sofre no final, é a população.

“Os políticos fazem as disputas deles, ficam numa disputa ideológica, aí o dólar sobe, e a população fica perdida no meio disso, até quem tá empregado e recebe bem tem algumas dificuldades, imagina quem não tem”, conta Manoel.

Em nota, a Petrobras disse o seguinte: “Após serem observados preços em patamares consistentemente elevados, tornou-se necessário que a Petrobras promova ajustes nos seus preços de venda às distribuidoras para que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento”.