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sexta-feira, 17 de julho de 2026
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Brasil continua na 79° posição no ranking de desenvolvimento

Brasil continua na 79° posição no ranking de desenvolvimento

Um estudo realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), apontou que o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil subiu 0,001 ponto em 2017 em comparação a 2016 chegando a 0,759, a escala que mede IDH varia de 0 a 1, quanto mais próximo de 1, maior o índice desenvolvimento.

No ranking composto por 189 países, o Brasil se manteve na 79ª posição, de acordo com o novo índice. Já com relação aos países da América Latina, o Brasil perde para Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela aparecendo no 5º lugar e está acima da média regional da América Latina e Caribe, que é de 0,758.

Segundo o Pnud, o aumento de 0,14% na renda média per capita do brasileiro permitiu um pequeno avanço no desenvolvimento humano em 2017, porém as desigualdades no acesso da população à saúde, educação e perspectivas econômicas ainda persistirem.

Apesar da tímida progressão, quando o assunto é desigualdades de renda, saúde e educação, o IDH brasileiro cai para 0,578, deixando o país com o 9º pior coeficiente de Gini que mede exclusivamente a renda na comparação mundial. Já entre os países da América do Sul, o Brasil é o terceiro mais afetado por esse ajuste da desigualdade, ficando atrás do Paraguai e da Bolívia.

Mulheres tem renda 42% menor do que a dos homens

O novo Índice de Desenvolvimento Humano, destacou também a desigualdade de gênero considerando o acesso à educação, saúde e perspectivas econômicas. Mesmo apresentado melhor desempenho na educação e terem maior expectativa de vida no Brasil, elas ganham é 42,7% a menos homens. A média de renda per capita do país é de 13,755.

Ainda segundo o levantamento no Brasil, enquanto o IDH dos homens é de 0,761, o das mulheres é de 0,755. Já a expectativa de vida das brasileiras é de 79,3 anos contra 72,1 anos dos homens.

O índice aponta que no tocante a desigualdade de gênero, países como Uruguai, Venezuela e Argentina mantêm padrões muito mais equitativos entre homens e mulheres, ainda que todos eles sustentem a disparidade econômica por gênero de quase 50% entre a renda de um e outro.