No último dia 15 de janeiro, Arnaud Maldague publicou em suas redes sociais a comemoração da grande viagem que já demora 6 anos, desde que partiu do Canadá, até os dias de hoje, na Argentina, de onde postou as belíssimas paisagens da região de Catamarca.
“Dia 15 de janeiro foi o aniversário da minha expedição! Comecei há exatos 6 anos, em 2018, em Kugaaruk, no Ártico canadense. Serge, o policial encarregado na época, me acompanhou com algumas outras pessoas e lá fui eu”, postou Arnaud.
“O tempo voa, a expedição deveria durar 3 anos… Mas aconteceu a pandemia, entre outras coisas, e aqui estou eu, 6 anos depois, na Argentina. Este será meu último ano, pois devo chegar a Ushuaia, meu destino, por volta de agosto deste ano”, contou.
“Estou definitivamente ansioso para alcançar estas duas últimas etapas da viagem. Houve altos e baixos, mas acho que no geral estou me divertindo muito. Muito obrigado a todos que fizeram parte da aventura incluindo todos vocês que me seguem nas redes sociais”, escreveu o belga.
Fim da viagem
Conhecido em Boca do Acre como Belga Remador, Arnaud Maldague, saiu de Boca do Acre no dia 24 de setembro, em direção à capital acreana, através do rio Acre, remando, da mesma forma que chegou às terras bocacrenses, desde que saiu de Boa Vista, em Roraima.
Em território acreano, Maldague mudou de transporte, saindo de cena a canoa, e entrando a bicicleta. As pedaladas do europeu o fizeram entrar no Peru, depois Bolívia, por fim, Argentina. No país dos Hermanos, Arnaud mudou mais uma vez, e agora está indo a cavalo até a sua última parada, em Ushuaia, que é tido como o ponto mais ao Sul das Américas.
Durante esses seis anos, a ideia foi mostrar que seria possível viajar mais de 40 mil quilômetros, percorrendo as três Américas, sem utilizar nenhum meio de transporte que emita gases poluentes.


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